umpoucohistoriaCresci no mato, correndo de um lado pro outro, rolando na terra e na grama. Nunca passei uma férias sequer dentro de casa e nem gostava de barbie e boneca. Eu gostava de explorar, de correr… e de aprontar.

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Malcriada nunca… uma criança com personalidade!

Cresci artista, mais especificamente bailarina… meu negócio sempre foi o mundo, a arte e natureza.

… meu nome é Marina Teixeira, criadora do Tudo pela Arte e vou te contar um pouquinho de como cheguei aqui.

Como todo mundo que tem alma de artista, eu cresci assim, querendo abraçar o mundo e tendo certeza absoluta que eu podia dominá-lo (nunca o contrário).

Eu era movida pelo desafio e teimosia podia ser meu apelido. Sempre gostei dos caminhos difíceis, do sentimento de superação.

Mas em algum momento errei o passo e caí… confesso que ainda não descobri exatamente onde e quando foi esse erro, mas foi. Talvez eu possa falar das minhas suposições no futuro.

O fato é que quando me dei conta eu tinha deixado o mundo me dominar. Não estava mais no palco… eu mudei pra platéia, passei a assistir a vida e as pessoas. Agora era só aplaudir.

Abandonei o sonho da dança e as mil e umas possibilidades dentro desse meio que me fariam voar. E entrei pra corrida, passei a fazer o que mundo esperava que eu fizesse.

Três longos e sofridos anos de cursinho, mais uma entre as milhares de pessoas atrás da segura e rentável profissão de médico. No último ano uma pequena luz… é óbvio que eu não daria certo na medicina (a última vez que fiz um exame que tinha te arrancar um fio de cabelo eu quase desmaiei, caiu minha pressão, passei mal e paguei o maior mico no médico).

No fim fui fazer Psicologia e o apoio moral das pessoas era imenso, “eu sempre achei que tinha tudo a ver com você”, “é a sua cara, você vai ser uma ótima psicóloga”.

Eu vinha fazendo tudo direitinho, tudo como tinha que ser feito, segundo o mundo. Até que um dia, num domingo, eu estava fazendo um curso de técnicas de produtividade e me perguntaram o que significava trabalho. Olhei pra um lado e pro lado, senti na minha cabeça o oposto da bagunça com o vazio… “responsabilidade”, foi o que respondi.

Voltei pra casa já não me sentindo bem, e depois de alguns dias, de muita reflexão (e algumas discussões), a frustração veio.

Sério? Era isso que eu estava construindo pra minha vida, responsabilidade e ponto? Era pra isso que eu acordava todo dia? Como eu queria sonhar assim?

E depois da frustração, a luz … eu percebi que aquela menina que cresceu artista estava virando concretude. A cada dia que passava eu fincava mais os pés no chão e esquecia a magia de voar.

Eu tinha entrando no ciclo que eu sempre temi. Da regra. Do padrão. Do que é limitado. E a pior consequência disso… a sombra da responsabilidade tinha me consumido e eu tava, de pouquinho em pouquinho, matando minha arte.

Acho que esse foi o start pro meu chega.

Foi depois disso que eu tomei a decisão de abandonar tudo que eu não acreditava de verdade e me reinventar.

Voltei a dançar (e se você já subiu num palco vai entender o que significa isso… voltar a se expressar, a ser você, pura e integralmente), abandonei a faculdade, mergulhei nos estudos que faziam sentido pra mim e decidi não mais seguir as regras (dos outros).

Assim eu renasci. Voltei pros palcos, voltei a voar.

Porque natureza e tecnologia também andam juntas. É tudo arte!

Ficou pra trás aquela estudante sem perspectivas, reviveu a artista e nasceu uma empreendedora.

E nesse meio tempo muita gente esteve presente, assistiu ou participou das minhas escolhas e decisões. Vale ressaltar quem mais merece…

Desde os 15 anos estou ao lado do homem que eu escolhi, e que não meço palavras pra agradecer pelo tanto que ele me inspira e impulsiona diariamente. Desde o começo e cada dia mais.

Provavelmente meu chega não teria vindo tão cedo se não fosse pela convivência com ele, nada dentro dos padrões.

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Amor, respeito, admiração e parceria. Pra mim, esses são os pilares.

Quando nos esbarramos éramos ainda duas crianças… eu nem imaginava que passaria por tantas emoções vivendo ao lado de um jogador de poker, e nem que me tornaria uma empreendedora e trabalharia junto com meu (quase) marido.

No terceiro ano de namoro, quando ele já era profissional de poker, começou a jogar jogos online que eu não tinha nem estômago pra assistir direito, ficava nervosa, suava frio… pra falar a verdade, nem parecia que aquilo era real.

Aí eu aprendi que no poker esses eram os High Stakes, os jogos mais caros e, consequentemente, os mais difíceis, porque era aí que estavam os jogadores mais preparados.

Então eu tinha só 19 anos, tava lá perdida no mundo do cursinho, e sem nem perceber direito como as coisas tinham acontecido, agora eu namorava um High Stakes.

E porque eu estou falando isso? Porque nesse momento, por mais que eu não percebesse na época, a minha vida também estava mudando.

A grande sacada dele foi que para se manter como um High Stakes no poker (esqueci de dizer que é assim que chamam também quem joga regularmente esses limites) ele teria que ser High Stakes na vida.

E aí eu entro. Se eu quisesse viver com um High Stakes, eu também teria que ser uma 🙂

Hoje só consigo ser grata por ter vivido a minha transição menina-mulher guiada por esse conceito. Pelo desejo de ser mais a cada dia, de buscar a alta performance em todas as áreas da minha vida para atingir meus melhores resultados.

De todo dia aprender algo novo e deitar na cama com a sensação de que não foi um dia que simplesmente passou. E ainda estar empolgada pra amanhã começar logo.

Pelo desejo de potencializar minha energia física e mental, meus relacionamentos, meu emocional, minha vida profissional e financeira.

Isso tudo eu aprendi buscando viver como um High Stakes, e motivada pelo mais fundamental: a minha arte.

Hoje sou primeiro eu, primeiro artista. E sou também empreendedora, sócia de uma empresa junto com ele, que me inspira todo dia. Uma empresa que, claro, tinha que ter esse nome: High Stakes Academy.

Mas como a gente sempre quer mais, agora eu também estou aqui.

O Tudo Pela Arte é mais uma iniciativa de reinvenção. De uma pessoa que realmente acredita que #empreendertransforma e que o grande segredo pra felicidade, por mais clichê que isso soe, é viver diariamente e de forma muito intensa a sua arte.

Uma arte que não tem limites, não tem regras, não tem contornos. É o que você escolheu fazer da sua vida, com paixão e excelência.

Não importa em que área eu ou você atuamos, o que importa é sermos artistas. É não deixarmos um único dia passar em branco.

É viver o hard work com gosto.

Foi isso que eu aprendi desde o dia em que finalmente decidi viver a minha vida. Isso que eu aprendi caminhando ao lado de um homem que inventa suas próprias regras e que eu vi ter muito sucesso justamente por isso.

Isso que eu aprendi buscando todo dia ser um High Stakes… pela minha arte.

E é isso que eu estou aqui pra compartilhar.

Arte.

A minha, a sua, e todo tipo de arte.

Se você ainda não vive a sua, aqui você vai encontrar não só inspiração, mas também caminhos pra fazer isso acontecer.

Se você já vive, tamo junto! Espero te encontrar em muitas discussões para trocarmos figurinhas 🙂

E se quiser saber como viver tudo isso com um pouco mais de liberdade, podendo fazer acontecer de qualquer lugar do mundo, estamos aqui pra isso!

E que esse seja seu mantra também…

Tudo pela Arte!

  • João Victor Rodrigues Barreto

    Incrível história de transformação recheada de fases e momentos que inspiram e permitem a qualquer ser humano sonhar e lutar por uma vida com mais proposito e alegria.

  • Eu conheço você como “Mama”, apesar de não nos conhecermos pessoalmente. Meu marido (e eu) fizemos o Moving Up (naturalmente foi assim que cheguei até aqui) e o mais bacana é que também sou “Tudo pela arte”. Há quatro anos ajudo artistas a tirarem suas ideias do papel (e da Gaveta) através de minha empresa, a DA GAVETA PRODUÇÕES. Certamente iremos nos encontrar pelo mundo da arte. Sucesso com o novo projeto. Bora pra action! 🙂

    • Que show, Letícia, realmente seu projeto tem tudo a ver. Vamos nos encontrar muito por aí!
      Passe sempre por aqui 🙂

      E o Moving Up, gostaram?

      • Muito, Mari. Estamos aplicando todos os conhecimentos do curso e gostamos demais. 🙂

        • Ailén Roberto

          Que lindas! Sou atriz e acompanho o trabalho das duas. Fiquei surpresa com o encontro das artes 😉

  • Érica Santos

    Oi Marina, tudo bom?
    Então, estou amando esse blog, assisti hoje ao 3° vídeo do High Stakes Week ( que por sinal, estou adorando), quando o Goffi comentou sobre seu blog eu tratei de ir atrás, sou apaixonada por pessoas criativas e dedicadas, quanta coisa bacana tem aqui hein?! Gostei muito e estou me identificando com muita coisa. Acabou de conquistar uma fiel seguidora. Parabéns por tudo isso, é uma grande inspiração. Forte abraço.

  • Nívea Raf

    Olá Mariana! Cheguei até seu blog via o Highstakes week, que está sendo fantástico! Mas me interessei em buscar seu blog simplesmente porque o nome me chamou atenção. Entrei aqui e li sua história e me vi num espelho. Desde de pequena também sempre fui artista, essa era minha brincadeira predileta! Quando cheguei na pré adolescencia, perdi meus pais e minha vida virou um turbilhão por muitos anos, e me deixei soltar as mãos daquela criança criativa e naturalmente expressiva. Quando chegou o momento de entrar na faculdade, escolhi naturalmente fazer música, mas não tive apoio nenhum das pessoas responsáveis com que morava, e nem tinha condições financeiras de pagar os cursos de formação básica em música para que, então, eu pudesse ser aprovada num bacharelado em música. Foi então que, como “tinha” que escolher algo pra fazer na faculdade, dada a minha afinidade e facilidade na área, porque gostava de astronomia, fui estudar física com a intensão de me especializar em astrofísica. Desde o primeiro dia de aula, ai invés de ir conhecer meu departamento, fui conhecer onde era a escola de música… hehehe

    Eu conseguia acompanhar bem o curso de física, que na minha opinião é o curso, depois de matemática, mais difícil e ardoroso que existe! Eu chorava muito, tem muitos livros meus com marcas de lágrimas kkk pois não dava para parar e chorar, tinha que ir estudando ao mesmo tempo, se não a coisa ficava feia depois… mas eu não tinha coragem de largar o curso, pois afinal ” é muito difícil conseguir uma vaga numa federal”… ao mesmo tempo que, estar na faculdade era uma fuga pra mim, para fugir da rotina insana e massacrante da minha casa… não queria estar em casa nunca. Tem muita história nesse caminho, mas chegou um dia que surtei e, ao invés de ir pra faculdade, fui parar na principal escola de música da cidade e me inscrevi para o processo seletivo. Passei, e então estudar física ficou “mais leve” , uma vez que tb estava agora, estudando o q tb gostava. Também, era com o que ganhava da minha bolsa da física, que pagava meu curso de música, então, uma coisa complementou a outra. Assim que me formei em física, escondido da minha família, fui aprovada para o bacharelado em Canto lírico! Dando uma acelerada na história, depois disso, me vida mudou e amo o que faço! Me formei em 2013, em seguida fiz um mestrado em performance que me permitiu morar por um ano em Paris, terminei esse meu mestrado em Setembro de 2015, e em Outubro desse mesmo ano, vim para a Alemanha, onde estou atualmente, fazendo um outro mestrado, mas profissional, para ma aprimorar ainda mais nessa área tão linda, mas tão complicada de trabalhar. Tudo parece bonito, mas pelas razões que me levaram a começar mais tarde minha saga pelo caminho da música, agora sofro com as limitações e as regras desse mundo da ópera que me consideram uma pessoa velha por ser a Soprano de 32 anos… Mesmo assim, tenho lutado contra as convenções do mercado e tentado também trazer toda a minha história em forma de expressão para a minha arte e sei que sou muito capaz.. contudo não é fácil e fraquejo muitas vezes.. e é por isso que tenho buscado me aproximar de idéias que me motivem a não desistir no meio do caminho. Muito bom saber que existem pessoas que também querem perseverar! Quem sabe não nos apoiamos por aqui?

    • Vislei Gonçalves

      Que história linda! Daria um filme lindo. Quero ser seu amigo (rsrs).

  • Dalila Carneiro

    Olá, Marina! Também cheguei até o seu blog por meio da High Stakes Week e me identifiquei bastante com tudo que li. Eu tenho 18 anos e naturalmente, ainda estou no meu processo de descobrimento. Gosto muito do conceito High Stakes e tudo que ele traz e penso que me ajuda na busca de fazer algo que eu me identifique, ir atrás da minha arte. A estrada é longa, mas creio que estar por dentro desse mundo e participando dessas discussões é um primeiro passo importante. Aprender com quem já está na action é incrível. Beijo.

  • Você poderia criar uma página no Facebook. Seria mais fácil acompanhar seus novos posts (que aliás são ótimos).

  • Daniele Piske

    Lindaaaaa!!

  • Adriana Pestana Greenhalgh

    Que linda historia Marina! Já imaginava que para viver ao lado do Goffi teria que ser uma mulher especial como vc… que tivesse muita compreensão do que seria viver isso… Vc é tão bacana quanto ele por isso formam um casal mais que especial… gratidão por compartilhar sua vida conosco e mostrar para todos que o amor deve ser vivido e sentido, apenas isso!E que cada um pode ser o que quiser para que ambos possam bater suas asas livremente sempre ajudando o outro a ir mais alto… lindo, na verdade perfeito com todos os seus defeitos….

  • Claudia Petini

    Do alto dos meus 42 anos me sinto perdida. 18 anos trabalhando em multinacionais de tecnologia, coordenadora de Service Desk, gerente de projetos, BID Manager, 4 anos mae e desde 2014 retornando como gerente de TI. Estou no Moving Up e tentando encontrar minha arte, adoro ajudar as pessoas, a desenvolvê-las e me parece que a PNL e o coaching podem ser um caminho pra isso. Estou buscando escolas, comparando preços, tentando fugir dos picaretas pra estudar e enfim mudar a chave, espero estar no caminho certo. Da um frio na barriga. A responsabilidade e grande, 2 filhos especiais, contas altas de tratamentos médicos, psicólogos, Psicopedagoga, psicomotricistas, terapia ocupacional…e ainda achar tempo pra estudar. Consegui isso nos intervalos através e cursos online, comecei com o portal meusucesso.com, depois com o reaprendizagem criativa do Murilo Gun e agora o Moving Up. Enquanto ajudo meu filho com os deveres da escola vejo um vídeo ou outro, no caminho para o trabalho, no intervalo do almoco, na esteira…não e o ideal, mas e melhor que nada. Obrigada Marina, bom saber que outras pessoas também passam por isso. Agora sei que não sou um E.T.

    • Heloisa Albuquerque

      Cláudia, o seu comentário me sensibilizou muito. Tenho uma história um pouco parecida, mas sinto que tenho me escondido por trás das dificuldades por medo e pelo peso das responsabilidades. Obrigada, você me inspirou.

    • Vislei Gonçalves

      …Ou pelo ao menos não é um E.T.👽 solitário, estamos juntos!

  • Cezar Camargo

    Isso! “De todo dia aprender algo novo” Estamos juntos na caminhada do chão da vida, ela é breve e única!!!

  • Maria Cláudia Senna

    Ai, que amor esse blog seu! Tô encantadíssima e acho, sinceramente, que veio na melhor hora… levei um tapão na cara e me deu vontade de acordar pra vida lendo tudo por aqui! “Tudo pela arte” também sempre foi o meu lema… sou Arquiteta, já pensou? Obrigada por tudo, vou começar a te acompanhar a partir de agora! Amei mesmo! <3

  • Diana Maron

    Marina, seu blog é INCRÍVEL!!!!!!!!! Muito obrigada por compartilhar conosco!

  • Daniele Pereira Dos Santos

    Muita linda sua história!! Me despertasse alguns questionamentos Marina, atualmente sou estudante de Arquitetura, já estou na 6 fase. Eu sei que amo arquitetura, tem momentos em que emeu coração bate forte, meus olhos brilham por estudar uma forma, funções e tudo maisss, mas diariamente busco ser mais forte para lidar com todos os desafios desse curso e as pessoas que fazem parte dele. Quero ter mas satisfação nesse caminho porque muitas vezes é difícil. Eu sinceramente não vejo a hora de me formar para poder ter mais liberdade de exercer minha arte, ao mesmo tempo eu sei q posso fazer isso tbm durante esse tempo, então vou busco formas e acredito sempre que é possível! Só pela sua história já gostei de você!

  • Maria Fernanda Lima

    Meu coração está cada vez mais cheio de gratidão! Obrigada Marina e Goffi por todo esse presente constante de verdades, de conteúdos e de inspiração. Sinto que o meu caminho só está crescendo e estar proximo a vocês só confirma mais ainda essa caminhada!

  • Priscilla Benites de Campos

    Olá Marina! Ouvi falar de você pela primeira vez nessa semana, quando também ouvi falar pela primeira vez do Gabriel e da High Stakes Academy. Estou participando da High Stakes Week e amando, pois há uns dois anos eu entrei numa busca frenética pelo desenvolvimento pessoal, a princípio focada em minha espiritualidade. Mas então descobri que isso tem tinha tudo a ver com a outra questão que vinha me consumindo. A do propósito no meu trabalho! Pois eu como engenheira por formação, vivia inconformada de ter apenas me adequado ao que os meus pais esperavam de mim e não estar vivendo as minhas artes (isso mesmo, no plural, pq nasci com vários talentos artísticos). E desde então muitas coisas tem ficado claras para mim e tenho certeza que a mudança já está acontecendo, pois embora eu não conhecesse esse conceito High Stakes até pouco tempo atrás, eu sempre acreditei que quando vivemos e nos dedicamos à nossa arte, aquela pela qual nossa alma grita, se tornar excepcional nela é só uma questão de tempo. Então, aqui estou eu pra aprender um pouquinho mais com alguém como vc, que teve coragem de dizer sim à sua arte há muito mais tempo. Parabéns pelo blog e parabéns pela coragem. Até o próximo comentário. Bjos.

    • Vislei Gonçalves

      Curti!

  • Samuel Wagner

    nossa parabens