o mito da motivação – e do qual você deve se livrar se quer ter resultados consistentes

 

sabe aquelas meninas que passam a adolescência toda lutando contra a balança? pois é, eu fui uma delas.

me desenvolvi muito cedo e isso para mim era um pesadelo… eu era bailarina, queria seguir carreira, e para isso tinha que ter o físico oposto: esbelto e nada encorpado.

essa luta rendeu anos… foram várias nutricionistas, festas e mais festas só olhando pros docinhos, e muitas noites em casa só na salada enquanto meu irmão esbanjava na comida.

e mesmo sendo muito disciplinada eu não tinha lá muitos resultados, continuava a menina com corpo de mulher.

lembro que muita gente ficava impressionada com a minha disciplina. às vezes eu passava vontade, às vezes ficava triste, mas mesmo assim minha força de vontade não falhava… a motivação estava ali: meu sonho e minhas metas.

a luta não era porque me acharia mais bonita magra. não. a luta era porque eu queria ser bailarina (clássica, é importante frisar) e, portanto, não tinha escolha.

e eu só comecei a contar isso porque hoje quero falar sobre motivação… do meu olhar sobre o tema e de como acredito que podemos lidar com ele de forma artística.

sinto que a motivação é  cada dia mais desvalorizada, e a meu ver isso deve-se a dois fatores: muita gente achar que motivação e autoajuda é tudo a mesma coisa (e coisa para os fracos, claro), e a banalização do termo por uso errado.

mas uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa.

a palavra motivação vem do latim movere, que significa mover. além disso, uma simples troca de palavra nos mostra: motivação = motivo + ação.

portanto, motivação é o impulso (o motivo) que te faz ir pra ação e se manter em movimento. é o porquê você faz o que faz. porque vai para a direita e não para a esquerda, porque arrisca em vez de continuar na zona de conforto, e por aí vai…

a diferença da autoajuda é que ela não trabalha essa relação. ela não ajuda a construir um resultado e se limita ao campo emocional e, por isso, acaba sendo menos eficiente, porque não joga o jogo do longo prazo.

ela cria também uma força interior, sem dúvidas, mas quando essa força vem e não tem algo a que se agarrar, ela passa e vai embora. deixa frutos (emocionais) mas vai embora, e por isso não é um forma de se obter resultados consistentes.

ainda assim, antes de continuar quero fazer um parênteses…

(mesmo sendo a autoajuda algo passageiro, acho curiosíssimo essa desvalorização das pessoas. e digo isso porque para muita gente essa é a porta de entrada para o autoconhecimento, então como não ser super importante?

pode ser que você não concorde, mas eu vejo como ignorância o descarte de qualquer coisa que possa me impactar positivamente, nem que seja em 1%. e se você parar e olhar para o lado vai perceber duas coisas: 1) que a grande maioria – ou será 100%? – das pessoas que critica a autoajuda não está realizada e bem sucedida na vida; 2) e que a maioria que se sente realizada e é bem sucedida já leu muito sobre autoajuda ao longo da sua caminha.

enfim, algo a se pensar… abraçar o 1% ou abraçar a ignorância?)

voltando…

são essas má interpretações que acabaram banalizando o conceito (e o poder) da motivação. e quanto mais usamos errado esse conhecimento, mais essas interpretações se fortalecem.

por exemplo, o que hoje se comercializa como “palestras motivacionais” para mim está errado e desvaloriza o verdadeiro conceito da meditação.

grandes empresas fazem muito isso, contratam palestrantes para resolverem o baixo desempenho dos seus funcionários. ou seja, em vez de atacarem a raiz do problema (a falta de motivo), camuflam a situação empolgando seus funcionários.

por isso que para mim só faria sentido chamar essa palestras de empolgacionais… porque é isso que elas geram, uma euforia momentânea, uma vontade louca de fazer mil coisas mas que logo passa.

e isso não diminui o valor delas. muitas pessoas que já estão no caminho da sua arte podem ter um clique nesses momentos de empolgação, e isso é poderoso. cito esse exemplo apenas para colocarmos os pingos nos “is”.

a grande diferença entre empolgação, inspiração e motivação é que a motivação é um jogo interno. não algo que você tem ou passa a sentir de uma hora para outra, mas que você cria.

O Gabriel tem um vídeo em que ele fala sobre isso, disciplina e motivação. a motivação como o ato de você colocar intenção nas suas ações e a qual criamos a partir de dois fatores: ambição (ter claro o que você quer) + expectativa (você acreditar naquilo que deseja mas ter consciência do que pode esperar).

ou seja, ter o seu porquê muito bem definido para aí sim ir para a ação de forma coerente.

e aqui cabe aquele famoso exemplo da academia… se o seu objetivo é criar uma rotina de se exercitar, não adianta criar a expectativa de que logo na primeira semana você vai conseguir ir todos os dias fazer pelo menos uma hora de exercício. essa expectativa é improvável e isso logo vai te desmotivar.

por muito tempo eu achei que motivação era um sentimento pré, algo que eu deveria sentir antes de entrar em ação. se identifica?

mas não, a motivação não vem antes, ela está no durante, no momentum da ação. por isso que ela aumenta a medida que você age no mundo e declina a medida que você para.

e a partir dessa ideia hoje eu penso que mais do que criar, motivação é algo que temos que ressignificar dia após dia e, portanto, é algo que só acontece quando você está em movimento.

é só olhar pro lado e você vai perceber que as pessoas mais realizadas e produtivas que conhece nunca estão paradas esperando algo acontecer ou vir aquela luz divida. elas estão para frente… fazendo, testando e descobrindo.

“losers wait for motivation, winners just get shit done.” – marie forleo

e é simples assim… a melhor forma de se motivar é se colocando em movimento. de forma coerente, claro!

sai da inércia, mexa-se e você vai perceber que assim vai começar a atrair cada vez mais coisas boas para a sua vida. e veja bem, se você deseja ter resultados sólidos e consistentes a motivação não é uma opção para você.

ninguém acorda todo dia pronto para subir no palco e brilhar se não tiver motivação.

buscar inspiração é algo também muito poderoso, mas ela vem sempre como cereja do bolo… alimenta a criatividade, a autenticidade e a inovação. ela abre portas e te mostra novos caminhos, mas de nada adianta se você não tem seu porquê, se a força que ela gera não tem a que se conectar.

ontem eu cheguei de uma viagem de 9 dias na grécia e me sinto renovada, justamente por sentir um mix disso tudo: empolgação com muita coisa que encontrei, descobri e vivi lá; motivação por trazer muita coisa dessa viagem que se conecta com os meus maiores porquês; e inspiração porque quanto mais a gente vive e aprende, seja com os outros ou com nossas próprias experiências, mais percebemos que existem formas diferentes de se fazer qualquer coisa e infinitos pontos de melhora, independente do nível em que você se encontra.

hoje ficou para trás a ideia de ser bailarina profissional e a luta contra a balança. mas minha disciplina continua aqui, intacta e alinhada aos meus novos sonhos e objetivos.

e essa disciplina eu transformo todo dia em motivação. hoje sem vergonha nenhum de fazer e dizer isso.

foi por isso que resolvi escrever esse texto… para tentar te libertar caso a motivação ainda seja um tabu para você.

para mim já foi. e quando eu entendi que tratava-se de um jogo interno e de uma arma fundamental para eu me manter consistente nos meus resultados, abracei-a com tudo.

adoraria saber de você o que pensa sobre esse assunto e se esse texto ajudou a quebrar alguma barreira que pudesse estar aí te atrapalhando em colocar cada vez mais força na sua arte.

e sim, é sempre tudo pela arte 🙂

te vejo nos comentários!

 

  • Silvana Carvalho Arte Bijuteri

    Motivação é super importante pra mim, trabalho sozinha. Pesquiso, crio, confecciono acessórios. Cuido de tudo desde a compra do material até o pedido ser entregue para a cliente. O que seria do meu trabalho, que tanto amo fazer, sem a motivação diária? E é fazendo que vou me motivando, vendo o resultado, porque se paro, me desmotivo.

    • Marina Teixeira

      Perfeito, Silvana 🙂

      O que seria da arte sem o movimento e a motivação, né?!

  • Rafael Cruz

    Muito obrigado por compartilhar seu ponto de vista sobre motivação Marina, tenho acompanhado seu Blog a pouco mais de um mês e seus textos também me motivaram a escrever meu primeiro Ebook. Adorei a parte que você falou sobre auto ajuda, eu sempre fui meio que “discriminado” em casa onde meu irmão me dizia que era bobagem e perda de tempo ler estes tipos de livro. E como você disse, ele era uma pessoa dessas que nem se interessavam pelo conteúdo, mas vivia se queixando da vida sem propósito. Eu já li muitos e vários deles entram de acordo com o Momentum, estar presente no aqui e agora.
    #gratidão

    • Marina Teixeira

      Que show, @disqus_4e1d7Us1yj:disqus!!
      Quero saber quando esse ebook sair, ok?!

  • Marco Aurelio

    Muito obrigado pelos insights Marina! Tive esse mesmo pensamento essa semana… nos dias que acordo cedo, faço minha meditação e treino de Yoga, todo o dia parece mais produtivo… esses dias estive desanimado, fiquei uns 5 dias fora do ritual, e o resultado foi uma série de pensamentos ruins, raiva, inveja, início de uma depressão… pra retornar ao eixo é difícil num primeiro momento, mas todo o esforço é pago… a mente volta pro lugar, a esperança tem que estar dentro da gente… Até postei uma mensagem a respeito no grupo do MU. Gratidão!

    • Marina Teixeira

      Se colocar em movimento é assim gerar motivava né, Marco!
      Pronto, tá aí você a Prova viva de que é assim mesmo que acontece.

  • Denny Fabian

    Cara testo excelente, me identifiquei, por mais que ainda não achei minha arte, mais a motivação faz que eu continue a minha procura valeu pela dicas, e #borapraaction você e o Gabriel são exemplos de motivos para ação. #gratidao

    • Marina Teixeira

      Bora, @dennyfabian:disqus!!

  • Giancarlo Fernandes

    Excelente texto Marina. O Murilo Gun deu uma opinião interessante sobre o porque de muita gente ter preconceito com auto-ajuda. Segundo ele, pode ser porque existem muitos mais livros ruins e superficiais de auto-ajuda do que livros bons e realmente profundos de auto-ajuda. Por esse motivo, muita gente tem um primeiro contato ruim com livros de auto-ajuda e acaba criando um preconceito ruim. È semelhante a um dos motivos pelos qual muita gente não aprende a gostar de ler livros em geral nas escolas tradicionais, pois os livros da grade tradicional não são considerados uma delícia de leitura e acabam criando aquela imagem na mente de muita gente de que ler é uma coisa chata ou é coisa de nerd…

    • Marina Teixeira

      Boa, @giancarlofs:disqus!
      Só acho que trata-se menos da coisa ser boa ou ruim e mais dela vir no momento certo e fazer sentido. Se não faz sentido, ainda que seja ótimo, não impacta e não gera resultados. O motivo!

  • Muito bom, Marina. Gostei muito. Vocês tem razão, há uma crítica rasa sobre os conceitos chamados de “auto ajuda”. E quanto a motivação, então, nem se fala. Lembro de uma história que ouvi, sobre um milionário americano que costumava ir para países pobres da África ajudar a cuidar de pessoas doentes. A repórter foi acompanhar a viagem e sentiu como eram as condições, a higiene, o cheiro, o cenário, a expressão e os corpos das pessoas, etc. Ela ficou muito mal e falou ao milionário: “credo que situação horrível. Eu não sei como você faz isto. Eu fui lá obrigada, a trabalho. Mas se fosse para ir a convite, nem por um milhão de dólares eu iria”. E ele respondeu: “eu também não iria por um milhão de dólares”. Um abraço.

  • ANTÓNIO DOMINGOS

    Obrigado pelo texto, inspirador. Destaco o que achei mais relevante, de acordo com minha experiência:
    “não adianta criar a expectativa de que logo na primeira semana você vai conseguir ir todos os dias fazer pelo menos uma hora de exercício. Essa expetativa é improvável e isso logo vai te desmotivar. ”
    Acho que muita gente define objetivos irrealistas e desmotiva por não conseguir alcançá-los tão rápido como desejaria…
    Importante para mim é ter uma meta, nem que esteja a quilómetros de distância, mas saber que cada dia dei um passo nessa direcção… Um dia, necessáriamente acabarei chegando lá…

    • Marina Teixeira

      Baby steps, sempre!

  • alessandro

    Muito bom, está de parabéns pelo assunto abordado, Motivação para mim é tudo, onde venho á buscar mais e mais desafios todos os dias da minha jornada de trabalho e sei muito bem o que é correr atrás dos objetivos, eles não caem do céu de paraquedas e sim você tem que ir a luta para os atingi-los… E te desejo tudo de bom nessa semana TUDO PELAS ARTES e energia para todos fuiiiiiiiiiii…

  • Claudia Modrach

    Muito bom! O melhor é perceber como esse texto se alinha ao que pensei hj e inclusive com o que falei com meu cunhado sobre acender a chama que ele possui e não desperdiça-lá. Pois, observo o talento e brilho que tem , mas que deixou adormecido ao longo do tempo, por conta dos medos , das influências externas, etc…
    Amei!
    Muito obg por compartilhar. Vc e seu marido me deixam a cada dia com a sintonia de como ser cada vez mais Humano.
    ??????

  • Dayana Costa

    Sempre com ótimos textos, me identifico com muito do que você fala. Sempre!!! Aquela sensação de “Nossa parece as minhas palavras..
    Dos insights que tive hoje com o que você escreveu me veio um que eu estava justamente pensando essa semana, do poder que ganhamos quando nos perguntamos o porquê, de tudo na vida, desde o porquê de algumas crenças, passando pelos nossos sonhos e desejos, até o porquê de algumas atitudes que tomamos, quando temos claro os porquês fica mais fácil identificar como agir.
    E pensando em motivação é exatamente isso, quando temos esses booms de empolgação, seja por um video inspirador, um curso, um livro ou uma simples frase, temos que nos perguntar o porquê disso mexer tanto com a gente, descobrir a raiz dessa empolgação pode nos levar a conseguir replicar esse momento, justamente por termos um “porquê”..
    Parabens pelo texto!! Não perco um post!! Adoro o seu trabalho!!

  • Daniele Piske

    Nem preciso falar que foi ótimo e super importante tudo esse texto, me peguei pensando exatamente sobre a motivação o que está me movendo para meus objetivos e é correto falar que algo ou pessoa me motiva, pois a cada dia que vejo os vídeos e hack e textos deus ou Gabriel vejo isso como minha motivação de não parar, são minha motivação?

  • Vanessa Bueno

    Olá Marina, gostei muito da reflexão. Eu me vejo muito na busca de uma motivação, para que o meu trabalho diário faça sentido. Para mim funciona muito bem assim, pois preciso sentir que o que faço faz alguma diferença, seja diretamente a alguém ou para o mundo. E é esta a minha motivação, a minha melhor maneira de desenvolver e trabalhar a minha arte. Um grande abraço! 🙂

  • Danielle Melo

    Belo texto como sempre! Tem que ter um motivo, se não tem esse motivo, fica difícil demais. A motivação no trabalho, se não estiver na sua arte, na sua paixão de acordar e realizar, de honrar aquilo que executa, de se importar, não rola também! A minha barreira foi quebrada sim! Esse despertar foi o moving up, mas o motivo aqui dentro de mim é muito claro. Não temos como convencer ninguém a nada. A pessoa que tem que se convencer. E não pode ter fim o objetivo, a meta, podem ter marcos, se não você chega lá e pronto acabou!! E agora?

  • Vanessa Costa Costa

    Marina gostei muito do texto, me fez refletir sobre o momento que estou vivendo na empresa, decidi reformular processos e a equipe e não esta sendo uma empreitada fácil, porém possível e que necessita de motivação diária para seguir adiante, afinal as mudanças geram desconforto e em alguns momentos um certo desânimo, e nesses momentos temos que olhar para os nossos porquês e propósitos! E concordo com você com relação as Palestras Motivacionais que mais empolgam temporariamente…,acho que cabem em alguns momentos porém em conjunto com ações concretas dentro da empresa. O MU me deu um gás e gerou motivação para iniciar as mudanças que estava procrastinando a algum tempo…rs Parabéns pelo blog estou gostando muito dos seus textos, agregam valor e inspiram! Abraço Forte pra você!

  • Isaias Junior

    Belíssimo texto, Marina. A ideia de que a motivação não é pré, mas durante é de fato “mindblowing!”

    • Marina Teixeira

      😉

  • Lis Lapertosa

    Marininha, conheci seu blog através do Goffi (M.U. 2.0 :). Quando algo me gera valor, sinto que deu mais um pontinho com a minha linha de pensamento. Como ela às vezes embola, também sinto que tenho que ir apertando todos os dias, senão eles afrouxam no meio da bagunça, do contato com tantas cabeças e opiniões diferentes. Seus textos tocam em pontos que reforçam essas idéias, compreensões que quero levar comigo sempre. E fazem isso de uma forma bonita, delicada. Obrigada por proporcionar esses momentos.

    • Marina Teixeira

      Que delícia saber disso, Lis.
      <3

  • tanta coisa tem mudado em minha vida depois que compreendi essa mensagem, hj estou sendo obediente ao meu chamado e mantendo a action sem parar, independente de qualquer coisa. Mudei pra new york vim buscar mais inspiração porque aqui é que minha arte acontece, e isso depois de feito parece simples, mas nossas sandálias desgastada só nós mesmos pra sabermos por onde elas ja nos levaram, quem vê de fora é apenas mais uma sandália velha. Vc e o gabriel estão entre meus 5 mentores atualmente. Obrigado por dar o exemplo e me abraçar na mesma jornada. high stakes mode on, ahhh e até hoje to no 5 am club. just saying.. kkkk

  • Heloise Amorim

    Inspirador Marina, e é bem verdade tudo que vc falou. Infelizmente tenho muitos amigos que criticam muito livros de motivação e auto ajuda, e parei pra analisar a vida deles, eles não estào plenos realmente.
    Uma pena vc ter desistido de ser bailarina, nào sei o motivo que a fez tomar essa decisao, mas uma coisa é fato: muita gente tem (N) motivos pra desistir, e a diferença de quem chega no topo ou não é a PERSISTENCIA. Muita gente desiste no meio, mas nunca é tarde pra voltar. Bjs ótima semana =)

    • Marina Teixeira

      Por um bom tempo eu também achei uma pena, Heloise. Até quando descobri que minha arte vai além disso 🙂
      A dança me alimenta, mas minha liberdade precisa de mais!

  • Claudio Maidana

    Salve Marina.

    Como de costume, mais um texto recheado de belas palavras e uma visão diferenciada sobre o tema.
    Acho que muitos enxergam ainda a motivação como autoajuda, e que isso é para os fracos ou pessoas com problemas. Senti isso na pele, quando resolvi procurar ajuda. Alguns amigos questionaram, mas você está com algum problema??? ou comentavam, sério mesmo, funciona esses negócios de coaching?

    Além disso, fora do campo pessoal, já no campo empresarial, existem empresas que só buscam ajuda quando já está sepultada na falência ou a caminho do cemitério. Em alguns casos isso poderia ter sido evitado se tivessem buscado ajuda em tempo hábil.
    No meu caso, eu sempre procuro ajuda quando estou FORTE e preciso ficar mais FORTE. A base sempre foi a melhora continua, esse é o ponto forte da minha motivação. O resultado disso é sempre um passo à frente e muitas vezes, não consegui fazer isso sem ajuda de outras pessoas.

    Muito de nós as vezes sabemos onde queremos estar no futuro, mas não sabemos como e nem qual caminho seguir, toda vez que me encontro nessa encruzilhada recorro a ajuda de outras pessoas.

    Como dizem “você nunca será mais forte que o grupo “. Não tem como você pertencer a um grupo se não está disposto a ser ajudado.

    Grande abraço.

    • Marina Teixeira

      Boa, Cláudio! É bem esse o pensamento (e sentimento)… A motivação vem do movimento, e aí quanto mais forte nos sentimos mais fortes queremos ser.

  • Mônica Do Nascimento Ribeiro

    Olá Marina, adorei seu texto, muito esclarecedor! E realmente faz toda a diferença. É incrível como mesmo depois de tanto tempo ouvindo esses termos todos os dias como motivação, inspiração, expectativa, disciplina, hábitos, persistência, entre outros ainda me pegue meio sem saber qual o papel deles dentro da jogo da vida, pelo menos da minha….rsrsrs… Enfim, assumo que era uma dessas que esperava que a motivação viesse de “fora”, mas agora tudo parece mais lógico e até mais fácil, porque deixa de ser algo “mágico” e passa a ser resultado das nossas próprias ações. Terei sempre isso em mente de agora em diante. Obrigada e um grande abraço….

  • Bruno Rocha

    Caraca Má, isso é lindo demais, grato por conhecer você e Tamo junto, sempre avante menina! Show de bola! 😅😘🙌💪👌👏👊💋🎓