como eu finalmente entendi o que é meditação e descobri meu jeito próprio de meditar

 

o que vem a sua mente quando escuta a palavra meditação?

por muito tempo fiquei presa à ideia de que meditar era não pensar em nada, e era justamente isso que eu acreditava ser meditação que a cada dia me afastava mais dela.

não sei se você acredita ou já acreditou nisso, mas há uma crença comum de que existem condições ideias para se meditar… um lugar calmo e silencioso, pernas cruzadas, postura ereta, tempo, aquele som de fundo, enfim, muitas barreiras criadas automaticamente, sobretudo para a turma dos ansiosos o/.

se você já leu minha carta ao pai já sabe que herdei o sangue cético. tive minha fase de bater o pé para tudo e precisar “ver para crer”. até que passou, mas o que eu ainda preciso é ser duplamente seduzida, racional e emocionalmente, para apostar em algo.

teoricamente, conheci a meditação há alguns anos… o gabriel estava na sua fase mais importante do poker, começando sua busca pela alta performance, e nesse caminho começou a praticar yôga e meditação. ele fazia as aulas em casa e eu passava muitos dos meus finais de semana lá. assim, em uma bela sexta-feira a noite, fizemos aula em dupla.

foi gostoso e interessante, mas não foi wow, não teve aquela faísca. o gabriel seguiu e foi mais fundo… em pouco tempo tinha transformado as aulas em um coach personalizado em que as práticas de yôga e meditação eram ferramentas essenciais.

como sempre, ele me deu a oportunidade de entrar junto nessa. tentei, comecei por três vezes um processo de coach bem similar, que tinha como ferramentas base técnicas de yoga, respiração, concentração, mentalização, tudo que torna mais fácil a meditação. sem dúvidas foi uma experiência muito rica, cresci e aprendi bastante, mas ainda assim, não tinha achado meu ponto de conexão, e enfrentava o mesmo desconforto que acredito que sente boa parte das pessoas quando entram nesse mundo: eu não sentia que meditava, e sim que tentava.

há poucos meses eu entendi…

há poucos meses fui reapresentada à meditação por uma artista, e acho que era essa ponte que me faltava até hoje.

a parte racional, o fato de que a meditação impactaria diretamente minha performance, minha saúde e minha felicidade eu sabia desde o começo. mas agora, finalmente, eu tinha sido fisgada pelo outro lado, aquele que é próprio do artista…

em fevereiro conheci a tania. nosso primeiro encontro foi num café e em poucos minutos eu já tive certeza que estava ali o tipo de pessoa que eu busco ter por perto na minha vida… uma mulher forte, cheia de energia e de opinião, aberta e ao mesmo tempo que cheia de mistério, com uma história de vida incrível e uma riqueza de experiências envolvente. uma bela personificação do que considero o poder feminino.

eu já estava decidida a começar um processo de coaching com ela antes mesmo de conhecê-la pessoalmente (a recomendação tinha sido de muito peso), mas quando a ouvi dizendo que aprendeu a meditar fazendo estátua viva no centro de são paulo, eu encontrei a conexão que me faltava.

ela também era artista.

o sincronismo foi se provando a cada pouco que descobríamos uma a outra. um belo encontro, desses que a gente agradece à vida.

a melhor parte? os novos caminhos que esse encontro me proporcionou.

passaram-se uns 2/3 meses que estávamos já em processo de coach e ela me convidou para participar do seu workshop de meditação. dois dias de experiências para se aprofundar em meditação. fui e foi muito mais do que isso, forma dois dias de muita liberdade.

depois de anos bastaram dois dias para eu ser, finalmente, fisgada emocionalmente. encontrei todas as conexões que faltavam. encontrei o meu caminho para a meditação, um jeito novo de defini-la e, ao mesmo tempo, de senti-la.

até então, sempre que eu me propunha meditar era com a intenção de não pensar em nada, com o anseio de parar e criar um vazio na mente. tentava, mas não tinha muito sucesso. e técnica de queimar pensamentos, por exemplo, nunca deu muito certo comigo.

e aí meu mundo se abriu quando ouvi a tania dizer “troque a palavra meditação por observação. o meditador é o observador que não tem pré-julgamentos”

foi basicamente nesse momento que eu descobri a meditação ativa. há anos eu meditava, mas fazia meditação passiva, e sempre com aquele diabinho dizendo “você tem que não pensar em nada”. eu não sabia que poderia meditar de olhos abertos, me movimentando, sem tentar barrar meus pensamentos, sem qualquer condição ideal de temperatura e pressão…

me libertei do diabinho. entendi profundamente que meditar não é ficar sem atividade, meditar é viver. é intensidade. é presença. 

a inércia nos rouba o estado meditativo e ela sim é inatividade, ausência de pensamento. meditação é vida. é um estado de ser. um jeito de olhar, sentir e estar. 

“a meditação é uma maneira de ir para dentro de si mesmo, de perceber que você não é o corpo e você não é a mente. é um modo de fixar em nós mesmos, no mais profundo centro do nosso ser; e uma vez que você encontrou o seu centro, você terá encontrado tanto suas raízes quanto suas asas.” – Osho

o observador está sempre no presente e, por mais simples que possa parecer, esse é o grande tesouro que a meditação nos revela. ela te ajuda a aproveitar cada instante, nesse mesmo instante.

sempre pesou em mim também a ideia de que meditação é um estado de consciência, mas passou a fazer todo sentido quando entendi que meditação é, antes de qualquer coisa, auto-observação. quando eu entendi que meditar era estar no presente, que meu foco não precisava ser em silenciar meus pensamentos, mas sim em aflorar minhas sensações, percepções e intuição.

muitas pessoas acabam confundindo, mas meditação não é um processo mental. não é a mente que medita. a mente concentra e meditação não é concentração.

meditação é simples consciência. é você relaxar, observar sua respiração, entrar no seu próprio corpo e não excluir nada.

já percebeu que quando você se concentra, tudo que está ao redor passa a ser perturbação? o barulho do carro, do relógio… a pessoa que passa, a música que começa, a água que pinga…

então, na meditação tudo que é presente passa a fazer parte do momento. tudo entra na dança… o barulho do carro, por exemplo, deixa de te incomodar e passa a ser simplesmente algo que compõe o todo. 

quando experimentei isso veio a minha própria definição: meditar é dançar no momento.

uma das teorias que mais gostei de estudar na faculdade foi a gestalt. um dos conceitos norte da gestalt é que o todo é mais do que a soma das partes.

para mim isso é total meditação, em vários sentidos…. retomar o controle de si e se perceber como um todo, no todo. abraçar tudo o que está presente e só entender as partes dentro de um todo, como sendo parte de um pintura (é nessa hora que o barulho do carro, do passarinho, das passos etc deixam de ser pontos de fricção e se tornam parte essencial da paisagem). 

meditação é isso, quando a intuição se destaca sobre a concentração. não é parar a mente, é deixá-la calma e silenciosa, mas alerta. é trazer a intuição à flor da pele. é deixar de reagir para ser e sentir. 

a concentração é um estágio anterior à meditação e isso pode acabar confundindo muita gente que tenta começar a meditar por esse caminho. aconteceu comigo.

comecei com técnicas de concentração, mas elas não fluíam…não era assim que eu conseguia dar vida a minha intuição. por isso abracei com força quando descobri que existia essa outra porta de entrada, a da auto-observação.

esse se tornou meu novo desafio, me tornar uma observadora, de mim e do mundo.

eu vinha há anos tentando meditar sem ter essa perspectiva que hoje me parece tão óbvia. meditação é presença e não tem jeito mais fácil de se ancorar no presente do que através da observação, desde que se cumpra o segundo pré-requisito: não julgar.

diminuir a atividade mental e deixa rolar a auto observação exige que você pare de julgar. o julgamento acompanha o pensamento, e se o objetivo é entrar em outro plano, ele não pode estar presente.

por isso, meditação também é exploração. é a oportunidade de lidar com tudo como se fosse novo e, a partir disso, se fazer presente a cada instante. estar no aqui e no agora, e se perceber nesse aqui e agora.

fala-se muito dos benefícios da meditação para a saúde, do quanto ela ajuda a desenvolver um maior foco e controle e emocional, a diminuir a ansiedade e o stress… tudo isso é verdade, mas não é meu objetivo com esse texto.

escolhi escrever sobre isso para trazer outra perspectiva… por mais que meditação traga resultados em todas essas áreas que mencionei, provavelmente a primeira grande mudança que você vai sentir vai ser a sensação de não mais viver no piloto automático, e dentro todos, eu realmente considero esse o maior benefício.

se tornar uma pessoa mais leve, curiosa pela vida, com menos pressa e mais interesses, que entende que experimentar algo novo todo dia é também uma forma de meditar.

não precisa nem ser algo do zero… você pode simplesmente tentar fazer a mesma coisa de diferentes formas, como ir para o mesmo lugar pegando um rota diferente ou escrever com a mão que não está acostumado. o simples fato de estar vivendo o novo, provando do incerto, já aumenta seu estado de presença e conexão com o presente.

sabe aquela primeira troca de olhar que você nunca vai esquecer? a sensação da primeira vez que viu a neve, ou de quando finalmente conseguiu andar os primeiros metro de bicicleta sem rodinha? então, em todos esses momentos você esteve 100% conectado ao presente e em todos eles você meditou 🙂

todo trabalho de meditação é voltado para o desenvolvimento da intuição, para a expansão da consciência, e é isso que acontece quando deixamos a mente se acalmar e passamos a observar, a explorar cada instante, a viver.

foi lindo quando eu entendi tudo isso e descobri que, na verdade, eu medito desde pequena. quando eu relembrei que meu jeito preferido de meditar é dançando… é nesse momento que mais estou conectada comigo. é quando eu realmente me sinto dentro do meu corpo, percebendo meus movimentos, sentimentos e sensações. quando meus pensamentos saem de cena naturalmente e dão vez ao meu ser.

tanta coisa fez sentido com essa descoberta… entendi de vez porque eu sentia tanta falta do ballet. entendi porque na época do cursinho e nos primeiros anos da faculdade eu me sentia tão ansiosa, desfocada e estressada. não era só pressão do contexto, era eu que nessas fases tinha parado de dançar e tinha, portanto, perdido meu maior ponto de contato comigo mesma.

parei de dançar, parei de me observar, parei de meditar. e confesso que foram anos menos felizes na minha vida. e sem dúvida, os mais desgastantes.

hoje eu acho que meditação não é algo que a gente aprende, é algo que a gente simplesmente compreende e desperta. praticar, praticar e praticar pode se frustrante se você ainda não encontrou o seu caminho da meditação. depois que descobrir isso, com o tempo, vai ser cada vez mais fácil atingir esse estado de consciência, trazer sua intuição mais e mais poderosa.

há algumas semanas tive a oportunidade de proporcionar para a minha equipe uma experiência similar a que eu vivi e me revelou tantas coisas. eu queria que todos pudessem ter essa relação ainda mais intensa e prazerosa com a meditação, que tivessem a chance de descobrir o seu próprio caminho para a meditação e, assim, aproveitassem muito mais seus benefícios.

aproveitei um dos nossos dias de imersão e trouxe a tania aqui para dar um workshop para todos. foram 6h de experiências. 6h de presença, liberdade e descobertas, de conexão interna, com os outros e com a natureza. fechamos o workshop com uma experiência em que todos comeram com as mãos e os olhos vendados, provando da surpresa, do desconhecido e, assim, descobrindo sabores, texturas, paladares…

uma das ansiedades mais fáceis de se perceber é a que transferimos para a comida. é impressionante como comemos de forma automática, sem perceber, sem sentir, sem estar presente no momento. o resultado é que acabamos comendo muito mais do que precisamos e sentindo muito menos prazer do que podemos. 

quando experimentei isso pela primeira vez foi incrível. sentir a crocâncíia do alface foi especial, assim como perceber os vários temperos que de repente ficaram tão evidentes. eu sempre fui apaixonada por maçã, mas só com essa experiência fui perceber como a maçã é cheia de água (e provavelmente por isso tão suculenta). Hoje eu como maçã ainda mais feliz!

sei que cada um deles também foi impactado por essa experiência e que agora tem outras perspectivas e ferramentas para meditar. meu objetivo com esse texto era proporcionar o mesmo para você… te mostrar que existem diferentes portas de entrada e que, às vezes, algo pode não ser natural para você apenas porque você ainda não encontrou o seu jeito único de experimentar isso.

queria que todo mundo pudesse criar essa relação autoral com a meditação que foi tão libertadora para mim. por isso, escrevi esse texto com a intenção de que cada palavra chegasse aí com a intensidade e amor que essa descoberta me proporcionou. sim, com a pretensão de talvez ter tocado aquele seu lado que é próprio dos artista… que sabe!

se quiser experimentar uma sensação diferente hoje, fica aqui uma sugestão…

se dê o prazer de fazer uma refeição estando 100% presente. vá para um ambiente em que não tem ninguém, apague as luzes e prove/ coma com calma, sentindo intensamente o sabor, a textura e a experiência de cada alimento.

se você não era ainda familiarizado com a meditação ativa, esse ponde ser um ótimo ponta pé. então, se testar, volta aqui depois para me contar o que achou, ok?!

e a partir de hoje, tenta fazer isso, observar (seja você ou o mundo) sem julgar. sem dúvidas essa é uma receitinha para criar mais caminhos próprios e mais experiências autorais para sua vida.

  • Lilian Agostinho

    Incrível Marina! Tudo que vc disse faz muito sentido.
    Vivo brigando com minha mente no momento da meditação.
    E você com tanta simplicidade me apresentou uma nova perspectiva.
    Estou na turma do Moving up 2.1 e vivenciando mil novas experiências. Vale ressaltar que estou me adaptando a este novo estilo de vida.
    Acredito que depois deste texto vou aproveitar muito melhor meus momentos de “Meditação”.
    Obrigada Marina.

  • Bianca M. Rangel Tebet

    Muito bom, hoje medito de uma forma mais automática, no sentido de parar a mente, com a expectativa de viver as experiências que muitas pessoas relatam, irei experimentar oque falou mais da auto observação
    Sei que quando estou em contato com a natureza, procuro estar ali, bem presente, no aqui e agora, e me sinto muito bem
    Acho que a questão, é estar assim, em vários momentos do nosso dia a dia.
    Gratidão pelo texto.

  • Camilla Tattoo

    Fantástico Marininha! Ainda estava um pouco angustiada com a técnica da meditação passiva, e agora as coisas clarearam! Por muito tempo eu deixei e lado meu lado artístico, mesmo trabalhando com arte. Na verdade eu estava sendo uma operária de ferramenta … há um tempo atrás minha alma artística voltou com tudo, e reviver todas as sensações do que eu amava ser há mais de 10 anos atrás foi sem palavras… minha essência de volta à tona… texto sensacional! Obrigada por compartilhar conosco!

  • Andressa Scolaro Borsato Dalla

    Que linda Marina!!! Nossa Tânia é demais! Me senti nas suas palavras, a arte da nossa própria conexão tem que ser divulgada! Parabéns pelo lindo texto! 😍👏👏

  • Bruna Tenório Fontan

    Nossa Marina vc clareou muito sobre meditação, tb tinha essa mesma visão de que meditar é pensar em nada… e é praticamente impossível, rssss… adorei saber estes outros caminhos vou ficar mais atenta ao que sinto, mas sei que olhar para o mar e o barulho das ondas, vê o infinito, me dá uma sensação de liberdade e me faz ” viajar”… sentir uma paz e tranquilidade… me sinto tão eu. Obrigadaaaa pelas palavras!

  • Schwa Masceno

    Wow Simplesmente é essa a única palavra que resumiu minha reação no post venho praticando meditar tenho bons resultado mais sempre entendia que faltava algo como se não tivesse explorando o potencial máximo daquela atividade, hoje entendi com seu post essa parte que falta e estar presente comigo mesmo, busquei na minha historia quais momentos me fazem meditar e encontrei na pratica de Artes Marciais aquele momento que vc esta 100% focado no treino na luta no movimento aquele momento que vc dança com vc mesmo que sua consciência expande e vc percebe cada detalhe sem julgamento, obrigado Marina pelo Post sensacional.

  • Amanda Cunha

    Marina definitivamente vc é uma pessoa que me inspira. Estava doida para vc voltar! Faz muita diferença na minha vida e leva minha média para cima. (das 5 pessoas que me influenciam). Obrigado!

  • Também medito assim. Quando tentava apenas silenciar a mente era muito frustrante não conseguir. Mas prestar atenção em tudo, principalmente no que ocorre dentro de mim, é outro nível. Adorei o texto <3

  • Ana Luiza Santana

    Muito obrigada, Marina!
    Agora faz sentido o diabinho dizendo “você tem que não pensar em nada”!
    Eu me sentia dessa mesma maneira. E nos dias de pico de ansiedade, como “esvaziar” a cabeça? Pra mim é impossível. São pensamentos tão meus, tentar expulsá-los para poder meditar é quase como me esvaziar de mim mesma, não provoca uma sensação boa.
    Mas agora que você compartilhou esse texto lindo com a gente, vejo que outras pessoas também passam por isso, e que conseguem meditar apesar de…
    E quando você fala que medita enquanto dança, me inspira mais ainda. Muito obrigada mesmo! É o impulso que muitos de nós precisamos para encontrar o nosso jeito de fazer as coisas, o jeito que funciona melhor. Um grande amigo um dia me explicou como ele foi conhecendo seu corpo e conseguiu emagrecer e manter o peso ideal, na base da tentativa e erro, se testando mesmo, e como consequência, se conhecendo cada vez melhor.
    Agora com a experiência que você acabou de compartilhar essa prática se confirma ainda mais.

    Muita arte pra você! :*****

  • Alice Costa

    Já havia lido no Viver De Blog sobre meditação e lembrei lá que eu gostava de no finalzinho de tarde, com o sol se pondo parar e olhar a natureza que havia em volta da minha casa e só ficar observando e que queria voltar a fazer isso com a naturalidade que eu fazia e que me fazia muito bem. Mas agora lendo seu texto, lembrei que estou afastada da corrida, por motivos de saúde (todas as “ites” me atacaram de uma vez e quando saio para correr o ouvido e garganta ficam logo ruins), mas pude perceber que de fato é ali que me sinto feliz e completa. Orgulhosa do meu feito que é saber correr, de ficar 30 minutos ou mais correndo por puro prazer, e nesse momento tudo vem na cabeça mas não incomoda, a respiração é possível corrigir e quando passo por uma situação estresse grande lembro de quando corro e que eu dou conta como se estivesse brincando. Consigo pensar em tudo e ao mesmo tempo em nada! =D

  • Tiago Marques

    Nossa,
    A melhor Perspectiva que já li sobre meditação em toda minha vida.

    Simplesmente Fantástico.

    Muito Grato Marina.

    😀

  • Vagner Berns Camilo

    Show Marina, me abriu uma nova perspectiva.

    Obrigado.

  • Vanessa Bueno

    Demais Marina, que texto incrível! realmente a meditação pode ser muito mais simples do que pensamos.
    Este texto me trouxe muita clareza sobre a meditação.
    Obrigada, foi mesmo demais! 🙂 Grande abraço!

  • Mateus Ferla

    troque meditação por observação….
    a melhor dica,
    obrigado, marina

  • Tiago Zoriki

    Marinha,

    Como seus textos são profundos como o goffi disse, parabéns.

    Hoje por acaso entrar no seu blog e ler foi uma experiência nova e sensacional, estou super surpreso com a profundidade de cada texto.

    Obrigada por compartilhar seus conhecimentos

  • Juliana Melo

    Isso aí Marina, já experimento a meditação ativa a 99 dias, amanhã completo os 100! Levanto as 5:40hs e faço uma caminhada meditativa na areia da praia, é um momento só meu, onde deixo fluir os pensamentos, contemplo o mar, percebo os raios de sol, e é quando os melhores insights acontecem. No dia que não vou percebo não estar 100% presente no decorrer do dia, fico dispersa.

  • Paula

    Que lindo texto Marina! Estou encantada, penso que o estado meditativo é justamente esse que você fala: “existem diferentes portas de entrada e que, às vezes, algo pode não ser natural para você apenas porque você ainda não encontrou o seu jeito único de experimentar isso”. Meditar é ser você por inteiro, é aceitação e amor-próprio, consciência no presente e encontrar o seu caminho, a sua própria porta de entrada e isso é lindo! Gratidão por despertar esses pensamentos Marina <3

  • Heloise Amorim

    Adorei o texto! Vou por em prática agorinha mesmo! Beijos Marina

  • Bianca Holanda

    exatamente!
    às vezes me vejo presa ao mesmo “diabinho”, me dizendo pra não pensar em nada e mandar pra longe todo e qualquer pensamento que vier enquanto ~medito~. essa pressão toda por manter a mente 100% vazia durante esses minutos, me faz pensar cada vez mais, e aí eu percebo que não tá funcionando quando me vejo lutando contra tudo que tá vindo à minha cabeça.

    ótimo post, mamá!

    P.S.: só ouvi comentários incríveis sobre o workshop de meditação pra equipe da hsa com a tânia! tenha certeza que foi sim uma experiência com resultados valiosos que continuam rendendo histórias até hoje. 🙂

  • Joyce Mingorance Cavallini

    Grata.

  • Hudson

    Excelente texto! Essa nova perspectiva abre um leque de possibilidades. Estava até em dúvida se yoga seria um espécie de meditação, mas com a perspectiva mostrada qualquer atividade feita com presença no agora ou que nos conecte com o momento presente pode ser considerada meditação.

    Só uma curiosidade fora de contexto: percebi que esse texto, assim como os do Gabriel, não fazem uso de letras maiúsculas no início das frases. Algum significado ou razão por trás disso ou só uma questão de estilo mesmo?

  • Marina! Parabéns pelo texto!
    Confesso que me senti aliviada em saber que na maior parte da vezes em que estou correndo, estou meditando. E que qualquer exercício físico que faço me proporciona uma experiência assim…
    Estar presente para sentir os movimentos e como seu corpo reage a cada posição…
    Realmente libertador! 😀
    Obrigada!

  • Guiro Alves

    Show Marininhaaa…obrigado pelo post, também ouço esse diabinho na hora de meditar…vou aplicar suas recomendações e da Tania.
    O Murilo fala muito dela, porem, nunca tinha pesquisado sobre seu trabalho. Ouvi no GunCast as histórias sobre fazer estatua viva…muito bom!
    Obrigado Marininha…um abs

  • Vera Lucia Dos Santos

    Que legal o seu texto, Marina!
    Vou reler o seu texto e tentar meditar usando essas dicas. Muito interessante mesmo!
    Acho que meu lugar ideal é estar em contato com a natureza… mato ou mar… não importa. Como me faz bem!

  • Fabiano Freitag

    Tenho dois pontos de meditação.. o primeiro foi depois que comecei a estudar cerveja e fiz o curso de sommelier, isso me ensinou a prestar total atenção no que estava apreciando, sentido todos os aromas e sabores. o segundo é durante minhas corridas e pedaladas onde eu resolvo todos meus problemas.

  • Stephani

    Marina, sobre a parte de mentalização, de que maneira vc a refere?
    Gratidão demais, seu blog é fantástico!