e quem foi que disse que o melhor caminho é o seguro?

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há algumas semanas uma amiga de infância me mandou mensagem contando que estava começando a empreender.

estava num misto de empolgação e dúvida, queria saber um pouco mais sobre esse mundo… quem era sério, quem não era, quem seguir, por onde começar, quanto arriscar…

acho que esperava decifrar assim, do lado de fora mesmo, um pouco dos mistérios e caminhos escuros das aventuras que vivemos. quem sabe descobrir um atalho, como aqueles segredos de cozinha que os chefs nunca contam, sabe?

mas no fundo, o que mais a angustiava era a pergunta dos pais: “é seguro?”

minha resposta foi certeira: segurança para mim é, hoje, algo totalmente relativo. na verdade, não acredito mais nela e hoje não busco mais isso em nenhuma área da minha vida.

quando falo em segurança refiro-me a qualquer área da vida, mas certamente duas delas deixam isso mais explícito: relacionamento e trabalho.

falei abertamente sobre como enxergo esse desapego à segurança nos relacionamentos no post em que compartilhei os maiores aprendizados que tive em 10 anos de amor não-romântico. hoje falo mais sobre o outro lado…

ainda que meus pais nunca tenham feito a minha cabeça e do meu irmão para que seguíssemos carreiras tradicionais e tenham, pelo contrário, nos dado muita liberdade nesse sentido (já contei aqui que meu pai defendia que tínhamos que estudar teatro até os 18 anos e depois vendas, assim poderíamos seguir qualquer carreira, pois saberíamos vender a nossa arte), o pensamento de segurança nunca deixou de existir na família.

aquela visão mais conservadora de que até podemos ousar, mas sempre tendo uma carta na manga, sabe? e eu fui comigo mesma intensificando isso, alinhando a disciplina e o perfeccionismo à uma ilusão de segurança.

sempre sonhei grande, mas em algum momento comecei a sonhar fora de mim, longe da minha arte. pois tinha em mim duas forças opostas…  a necessidade de ser grande e o medo do risco, do incerto, do inseguro.

no auge dessa confusão interior eu queria ser médica… tem carreira mais segura do que essa?

deixei por uma vez a arte escorrer pelas minhas mãos por medo de ser livre… por medo de pisar em falso e não ter um caminho seguro a minha espera, florido, iluminado e com pedrinhas brancas.

minha sorte? já caminhar ao lado de um louco que discretamente estava ali me dando chacoalhões, dia após dia, sem forçar a barra, respeitando meu tempo.

nesse sentido, e talvez apenas nesse, eu e o gabriel sempre fomos muito diferentes. eu apaixonada por voar, mas nunca indo tão alto para não perder a visão do ninho… ele apaixonado por correr riscos, avesso a qualquer espécie de estabilidade e segurança.

e assim, naturalmente, fui pegando um pouco disso, me contaminando de algo bom, de coragem. coragem que me trouxe vida novamente e me colocou de novo na direção da minha arte.

coragem que me colocou num ninho perigoso, mas poderoso. de repente não era mais só o gabriel… eu convivia então não mais com um, mas agora dois jogadores de poker (tinha também o gui, nosso sócio). dois loucos sempre dispostos a dar “all-in” e desapegados de qualquer sentimento e possibilidade de segurança.

quantos cabelos devo ter perdido nesses anos com eles. e ainda bem que perdi, pois hoje só agradeço.

há algumas semanas reunimos toda a equipe para fazer um teste de personalidade e construir algumas coisas juntos… clarear ideias, definir valores, alimentar visões.

estranhei meu resultado.

ainda me sinto a ovelha negra entre dois jogadores de poker, mas percebi que a intensidade deles tinha me feito, até hoje, não parar e perceber o quanto me treinei para o desprendimento e aprendi a voar sem pensar na volta. o resultado estava ali… estabilidade/ segurança = ausente.

o que há alguns anos era meu maior medo, hoje é meu maior prazer: poder (e querer) me reinventar a cada dia. não saber onde eu vou estar amanhã e amar isso. ao incerto e escolher a mudança… afinal, melhor não saber onde estarei amanhã do que cogitar estar no mesmo lugar.

e sempre melhor assim porque, na verdade, a segurança simplesmente não existe, ela é uma ilusão. ilusão porque por mais que você tenha garantias de um lado, sempre vai estar arriscando de outro. e se não estiver arriscando, é porque está perdendo.

escolher uma carreira/ trabalho só porque ela parece ser um caminho mais seguro, que mais facilmente te trará liberdade e estabilidade financeira, é possivelmente escolher matar sua arte e seu ser, por mais duro que isso soe.
não importa o que você faz, e sim como faz e quanto faz. trabalhar com algo que não te inspire é custoso demais, é escolher adoecer com o tempo, física, mental e emocionalmente.

se você quer garantia é porque não quer dar vida e voz a sua arte, e isso é perder. ter segurança profissional, principalmente nos dias de hoje, é perder. é perder potencial, perder a oportunidade de ser maior do que você mesmo consegue imaginar hoje. é aceitar ser médio.

hoje eu fujo da segurança por dois motivos: primeiro para nunca ter a chance de dizer “e se…”, olhar para trás e me arrepender por não ter embarcado em alguma loucura ou aventura.

 

viver com a dúvida é muito pior do que experimentar o fracasso. ter que começar do zero é muito mais engrandecedor do que seguir apenas caminhos já traçados.

e disso vem o segundo ponto. hoje meu maior medo é de deixar passar qualquer oportunidade e não me tornar a pessoa que quero e sei que posso ser.

se for pra ser médio prefiro nem ser, e hoje vejo o medíocre e o seguro como jaulas.

 

eu nasci para voar…

cada um escolhe como quer, eu estou escolhendo correr e ser livre, apreciando cada tombo no meio do caminho, mas me dando assim a oportunidade de viver coisas que muitas pessoas deixam passar.

prefiro ter história para contar, sejam elas boas ou ruins, pois sei que esse é o único caminho para chegar no tamanho que eu quero ser.

os grandes líderes, inovadores e revolucionários da história contavam com zero segurança. eles não queriam isso, pois se quisessem não teriam deixado tantas marcas.

assistir a banda passar definitivamente não é algo que me alimenta, por mais seguro que isso seja.

fui sendo ao longo desses anos incentivada unicamente a ter coragem. naturalmente isso foi me levando para a minha arte, e quanto mais eu me conecto com ela, mais eu me apaixono pelo risco, pois eu sei que ela só vai ter vez no mundo se eu for all-in, e meu comprometimento com ela é tão grande que eu abraço toda essa instabilidade e insegurança e aprendo a me encantar com isso.

a aí voltamos a pergunta inicial…
empreendedorismo digital é seguro? nem um pouco. e nada vai ser todas as vezes que você decidir mergulhar de cabeça em algo.

e ao mesmo tempo que não é nada seguro, esse é o caminho mais seguro possível, aquele que você escolher por paixão e inspiração.

a segurança, na realidade, está em você, na sua tranquilidade em estar fazendo o que acredita e o que alimenta sua alma e coração.

essa é a segurança necessária, a que está aí dentro, não a que vem de fora. não precisamos de nada mais!

portanto, foi essa minha resposta a essa amiga de infância… não importa o que o mercado diz, não importa o que as pessoas estão fazendo, não importa as chances disso dar certo ou errado.

se você faz com verdade, se coloca excelência e autenticidade, no longo prazo nada pode dar errado, ainda que existam muitas quedas no meio do caminho.

a sua responsabilidade é só encontrar um trabalho que você goste e te inspire, encontrar a sua arte e o caminho para levá-la ao mundo.

não será fácil e nem simples, mas se você escolher o caminho da inspiração, da paixão, do que realmente tem significado e te faz sentir recompensado, você nunca vai poder dizer “e se…”, e esse é o caminho mais seguro que você pode escolher.

esse era o recado que queria deixar hoje: esquece a segurança, ela pode machucar  e sair bem mais cara lá na frente. abrace seus sonhos e vai!

 

  • Marcílio Pelicano

    Sou fã dos seus textos
    Esse chegou na hora certa
    Obrigado

    • Marina Teixeira

      Adoro quando rola sincronicidade :)

  • Alice Costa

    Vc tem escrito estas palavras nos momentos certos da minha vida. 😊

    • Marina Teixeira

      Delícia isso, Alice!
      <3

  • Lauriany Sá

    Que delícia ler esse post logo pela manhã, adoro ter esse sentimento de risco, de que tudo está em jogo e só depende da minha excelência dar certo ou não, a instabilidade chega a me dar poder e o desprendimento nos dá a chance de reinventar quem somos todos os dias! Concordo com suas palavras do começo ao fim, em número gênero e grau.
    Obrigada por compartilhar.

    • Marina Teixeira

      Boa, Lauriant!
      Com esse mindset ninguém te segura 😉
      Voa!!

  • Marcelo Teixeira

    Este teu texto aplica-se como uma “luva” no meu caso. Somente com quase 40 anos é que tive coragem de empreender, e mesmo assim ficando dividindo minha “arte” com um trabalho “seguro”. Somente no início deste ano tomei coragem para dedicar-me exclusivamente a minha arte e, mesmo com diversas dificuldades, não poderia estar sentindo-me mais feliz. Abraço!

    • Marina Teixeira

      Uhuu!
      Viva, Marcelo!!

  • Pâmella Paes

    Mais um texto maravilhoso. Já minha família, como muitas, possui um modelo bem tradicional. Sempre tive que lutar contra correntes e receber olhares de “tão inteligente,mas não sabe fazer escolhas..”, mas minha mãe, meu irmão e minha Vó sempre apoiaram desde minhas mil fases camaleõas no desenvolvimento pessoal e minhas escolhas profissionais. E é exatamente isso, quando você descobretua arte e segue com paixão ela, não importa os tropeços, você continua caminhando firme.

    • Marina Teixeira

      This!
      👊🏼❤️

  • Joyce Mingorance Cavallini

    Texto certo pro dia certo. :) Grata.

    • Marina Teixeira

      Aee!!

  • Bianca Holanda

    Right on time.
    Ainda vou descobrir quem é que sempre te conta sobre as aflições que pairam na minha cabeça, porque voce sempre acerta na mosca. Hum.
    :*

    • Marina Teixeira

      Lindas conexões da vida, não precisam de explicação…
      <3

  • Maria Clara

    Uau!!!

  • Ocimar Silva

    Texto belíssimo!
    Trabalhei durante 15 anos achando que tinha essa segurança, mas era pura ilusão. Sabe o significado de INSS? (Isso nunca será suficiente) quando me vi desempregado foi aí que tive coragem de empreender e decidi arriscar. Me iludi em abrir uma loja achando que teria tempo pra família. Tolinho rsrs. Além de ficar sem tempo a crise do país me fez fechar as portas em menos de um ano. Triste né? Mas essa é a estatística do país. Apesar do prejuízo e decepção continuei buscando algo novo, até que descobri uma ótima forma de empreender. Por que não vi isso 15 anos atrás? Antes tarde do que nunca. Hoje posso ajudar pessoas a se resolverem financeiramente e sem aquela rotina diária de casa trabalho, trabalho casa.
    Sigo procurando sócio. Sejamos agentes de milagres na vida do próximo.

    • Marina Teixeira

      Ninguém disse que seria fácil né, Ocimat!
      Mas vale a pensa :)

  • Vanessa Bueno

    Ótimo texto Marina, meu exercício dos últimos meses tem sido este: escolher o caminho da inspiração, da paixão… buscando ser feliz na minha arte. 😉 Um beijo.

    • Marina Teixeira

      Já começou a sentir a diferença, Vanessa?
      Beijo!

  • Laís

    Nossa seus textos realmente mexem comigo, cada um provoca uma reflexão profunda, inspiradora que cada dia mais me incentiva a superar o medo das mudanças e de escolher um novo caminho com perspectivas diferentes do meu convívio social ( apesar de não ser empreendedora ou ter intenção de ser), reforçando que devo me respeitar e não tentar me enquadrar nas expectativas dos outros para ser aceita.Muito obrigada pelos seus textos são um incentivo ao meu auto conhecimento e auto aceitação.

  • TALITA MENDES

    Procurei por incontáveis dias da minha vida a segurança que a maior parte do mundo tanto diz que precisa ser alcançada, aquela que enfatizam ser necessária para deitar a cabeça tranquila no travesseiro. Até outro dia busquei-a incansavelmente, percebi que a busca foi vã todo esse tempo. Há uma segurança e ela é certeira como a morte que um dia há de chegar: a estabilidade da ideia de que TUDO MUDA, que TUDO É PASSAGEIRO, precisamos ser adaptáveis! Caso contrário, a vida se torna tão indiferente que a morte chega para a alma antes do falecimento do corpo.

    Não se trata de aplicar essa lógica em segmentos da vida, trata-se de compreender os fatos desta forma, olhar sob um prisma sempre novo. Foi dolorosa essa conclusão, não é tão fácil mudar a antiga necessidade da busca incansável pela “segurança”. Mas, olhemos ao redor, o que não se permite ao novo solidifica-se no tempo, sejamos líquidos!

    Veja, dizer isso hoje me surpreende, eu mudei! (eu sempre fui o tipo de pessoa mais previsível que possa imaginar). Na verdade, mudamos! Há dois anos, passamos (eu e meu marido) por uma mudança radical, estamos em uma cidade diferente hoje, a 600km das casas dos nossos pais. De uma hora para outra aceitamos a maior mudança (até o momento) das nossas vidas! Apostamos em nós. Deitamos namorados e acordamos uma família. Desse período para cá, convivemos com pessoas, ideias e princípios completamente novos, repensamos uma série de coisas, reconstruímos um zilhão de pré-conceitos. Até o presente momento, mudamos mais nos últimos dois anos do que em toda a nossa vida. Sabe, foi incrível!

    O período de maiores transformações nos colocou em conflitos entre nós e principalmente conosco mesmos, apesar dos pesares nos fortalecemos, amadurecemos, crescemos como profissionais, mas principalmente como seres humanos. Não foi a comodidade e segurança que nunca tivemos que nos fez crescer, muito pelo contrário!

    Hoje, a segurança está em nós, não a procuramos mais. Seguimos mais juntos do que nunca, nem sempre preparados para o novo que às vezes assusta, mas depois impulsiona.

    Gratidão por suas palavras, seus posts fazem parte dessa mudança (da minha e da dele).
    =)

    • Vislei Gonçalves

      Caramba, já li o post imenso agora estou curioso com esse comentário imenso… Voltarei para ler…

      • TALITA MENDES

        Reflexões incríveis com esse post!

        • Vislei Gonçalves

          Pronto. O momento de ler foi esse e valeu a pena. Foi como ter um blog dentro de outro, ambos de altíssima qualidade. Aconselho se não tem um blog ou algo do tipo que pense em ter, mesmo que seja um diário (não menosprezando o diário, jamais, só não afeta diretamente os outros, não sendo expostos). Eu os tenho. Se quiser conhecer… (o blog, claro). Lá exponho o ponto de vista de um jovem que resolveu viver em liberdade, remando contra os valores invertidos dessa sociedade corrompida. Minha missão é espalhar conhecimento, informação e educação no sentido mais essencial da palavra. Visando libertar as pessoas das prisões intelectuais nas quais sao jogadas pela própria sociedade, o governo, a mídia e tantos outros deturpadores de valores. Sonho com um mundo em que a educação seja acessível e tenha verdadeiramente qualidade. Desculpe me empolguei. Mas se algo fez sentido pra ti. Curta lá minha página no Facebook, lá estou começando esse movimento e foi fralda justamente para isso. Vamos lutar por um mundo melhor para nossas crianças que povoarão essa terra futuramente. Valeu, forte abraço.

          • TALITA MENDES

            Obrigada pelas suas palavras, me senti tocada e me identifico muito com tudo o que disse. Obrigada por compartilhar!

            E, sobre seu blog, deixa aqui o endereço, encontrei caminhos e caminhos, mas nenhum dele levava às suas reflexões. (Aguardo, please!)

            :)

            Um abraço!

          • Vislei Gonçalves

            Opa! Muito legal “ouvir”/ler seu comentário, motivante. Por mais que possa paracer clichê dizer isso, realmente me deu um sentimento legal. Bom saber que se importam com o que mais importa em nossas vidas. Acredito que há ums maneira de viver eternamente, que é compartilhando o conhecimento, a sabedoria, todo aprendizado possível. As pessoas precisam aprender a aprender. E precisam saber que precisam aprender. Ufa! (Me emociono ao falar de educação, de gente). Então… o blog tem alguns textos, poucos ainda, e a maioria é de uma época onde eu era mais um desses que não tinham acesso a esse tipo de informação, ficava só no básico de uma escola normal, mas já era um aprendedor nato, como todos deveriam ser – e queria me expressar, mas já tenho textos meus e resenhas de livros extremamente relevantes, de não-ficção para estar postando em série e também estou trabalhado em mais projetos que logo logo vidão por aí.
            Blog: https://visleigooncalvesedu.blogspot.com.br/?m=1

          • TALITA MENDES

            Heey, inspiradoras as suas palavras!

            *.*

            Seu texto me fez lembrar de uma frase que gosto muito do incrível Paulo Freire:
            “Educação não transforma o mundo. Educação muda as pessoas. Pessoas transformam o mundo”.

            (Não falo apenas da educação formal, muito pelo contrário!)

            Façamos nossa a responsabilidade de mudar o mundo, a verdadeira mudança começa do lado de dentro (eu acredito de verdade no potencial disso!).

            Vou ler seus textos, muito obrigada por compartilhar!
            Faça um lindo dia!

          • Vislei Gonçalves

            Show!

            Quanto a inspiração, não poderia dizer que suas palavras me causam um efeito diferente, só acrescento que, elas me motivam, motivo+ação, motivo para ação. Muito bom estarmos conectando ideias assim, muito enriquecedor. A frase do mestre Paulo Freire, nossa, é algo tocante e muito verídico. E sinto me lisonjeado que tenha lhe remetido de alguma forma algo tão demais, e que que é a base que acredito.

            Os textos estarão lá lhe esperando e se multiplicando e sempre evoluindo, como digo em um trecho de um deles, Soneto de Paz, “…certificarei-me sempre, de sempre melhorar.”

            Obrigado, pelas palavras e tempo dedicado a escrever e por existir e não sucumbir aos desarranjos desse modelo de vida/educação atual.

          • TALITA MENDES

            Comecei a lê-los! (seu textos) – Wooooow!

            Obrigada por compartilhar!

            Como diz o senhor Goffi “É só o começo!”

          • Vislei Gonçalves

            Opa!
            Deve ter reparado a escassez lá. Mas eu resolvi assumi -lo, me joguei, justamente com base em algo que aprendi com o goffi (sem maiúsculas, como ele e a (m)Marina escrevem). Na primeira vez que o vi, e um vídeo do Érico Rocha, ele foi falar com o Goffi e as primeiras palavras dele me chamaram a atenção, daí o Érico perguntou qual era o segredo do sucesso e ele falou: “o segredo do sucesso é começar antes de tá pronto…”, Woow. Essa frase sacudiu minha vida. Terminou o vídeo. Fui atrás desse cara no Youtube “o do cabelo de samurai” da atitude que me impressionou. Gabriel Goffi, acabei sabendo da High Stakes Week, assisti todos os vídeos, pratiquei o os desafios e as práticas loucas que ele ensinou, comecei a ir atrás de saber de onde aquele cara tirava aquelas coisas, descobri Anthony Robbins, Napoleon Hill, Osho, Tim Rohn, Tim Ferris, Malcolm Gandwel e tantos outros que estão ou estiveram na trincheira. Leio seus livros e sites, sou a cada dia mais preenchido com essas sabedorias diversas… E nossa, Como eu falo/escrevo! (rsrs). Mas então, toda segunda um texto novo lá, e em breve uma série de resenhas de livros as… quartas ou sextas, também haverá alguns artigos/matérias, e depois vem uma série aí que está no meu coração, “Pessoas Que Inspiram”, o nome já diz muito, né! Explicarei melhor depois na página lá do Facebook, é isso aí! Obrigado, aquele abraço!!!

          • TALITA MENDES

            Woow, que lindo esse processo, Vislei!

            Quanto amor sinto nas suas palavras, é como se conseguisse ver de perto o brilho nos seus olhos, ver a luz de aprendizado novo e em constante desenvolvimento refletir pra mim e isso faz brilhar os meus também, claro!
            Estarei mais próxima das suas palavras de agora em diante e mais uma vez, obrigada por compartilhar a sua alegria comigo e torná-la nossa, se assim posso dizer.

            Um abraço forte!

          • Vislei Gonçalves

            Suas palavras me deixam sem palavras ☺
            Claro que pode dizer, “nossa”, nossa!
            Estamos juntos!

          • TALITA MENDES

            *.*

  • Vislei Gonçalves

    Wow!!! Demais. Show! Agora… Será que terei uma resposta? Se alguém mais souber me reponder… Por a senhora e o Sr. Goffi não usam letras maiúsculas? Minha teoria é que trata-se apenas de uma desconstrução de algo que certamente pensam não fazer muita diferença. Acertei?