Arte, experiência do cliente e inovação: três pilares que as empresa do futuro precisam masterizar para ter sucesso

 

Esses dias um leitor me perguntou qual era a minha arte…

Sou daquelas pessoas de muitas, muitas paixões. Não era a toa que, quando no colegial, todo teste vocacional que eu fazia indicava que eu poderia ser qualquer coisa.

No fim, foi por isso que resolvi empreender, assim eu posso unir tudo, viver de tudo um pouco, usar tudo para potencializar meu ser e minha arte.

Mas respondendo a pergunta, eu diria que tenho duas…

Desde pequena sou artista porque sou bailarina.

Se expressar no movimento. Ser sem limites. Sentir e traduzir a vida, isso para mim é a dança. Essa é a arte que nasceu comigo e vai até o fim comigo.

Mas tem outra, que surgiu das minhas reinvenções na vida, como pessoa e como profissional. Que hoje rouba toda minha atenção e coração: criar experiências.

Se importar com o outro e gerar para ele experiências. É isso que venho aprimorando hoje, unindo todos meus interesses e paixões à profissão, hoje minha arte número 1 é proporcionar a melhor experiência possível para o cliente e o colaborador na minha empresa.

Sucesso do cliente e do colaborador, é assim que chamamos 🙂

Com essa arte consegui até resgatar a psicologia, que tinha ficado de molho na minha vida desde que larguei a faculdade e entrei no foco total de construção da High Stakes Academy e do Moving Up (nossa empresa e seu carro chefe ?).

Então é isso que eu acordo e vou dormir todo dia pensando, como levar para o estado da arte: se importar com o outro, entendê-lo e criar experiências que vão fazê-lo ser melhor na sua própria arte.

É isso que mais faz meu coração acelerar quando descubro algo, quando junto coisas e crio algo novo, ou mesmo quando sinto e vejo os resultados.

Pode ser que você não entenda isso direito, que nunca tenha ouvido falar em sucesso do cliente e do colaborador, e isso com certeza pode ser assunto para um próximo post. Mas por agora já te adianto: essas são áreas que as grandes empresas do mundo estão masterizando.

São áreas que precisam estar no seu radar se você tem um negócio (ou quer ter um) e quer realmente fazer barulho com ele… Se diferenciar e impactar de fato a vida das pessoas.

Hoje em dia está cada vez mais fácil ter acesso às coisas, a tecnologia democratizou o conhecimento, empoderou todos nós. Por isso a experiência hoje é o que mais conta: não se trata mais do que você oferece, mas do como. E esse é meu foco, essa é minha arte.

E sabe por que eu estou te falando isso? Porque faz pouco tempo que eu vivo isso intensamente. Antes, por mais que eu já vivesse o empreendedorismo, eu não me sentia livre no palco. Era como se toda vez que eu subisse no palco eu me sentisse intérprete ou amadora no espetáculo que eu sou co-criadora.

Por que? Porque eu ainda pensava pequeno.

Porque eu ainda estava me guiando pelos meus sonhos apenas. Porque eu ainda estava acreditando no jogo que a gente ganha ou perde, que tem começo, meio e fim.

Mas para aqueles que vivem sua arte plenamente, que realmente estão prontos para viver todo dia no seu máximo e potencializá-la, o jogo é outro, e ele não tem fim.

Como eu disse no post passado, muito mudou quando eu aceitei minha loucura e me apropriei verdadeiramente dela.

Eu entendi que mesmo o artista pode ser prisioneiro da sua arte, a menos que ele tenha uma busca sem fim. Entendo que a liberdade é diretamente proporcional ao tamanho da sua visão e a quanto você faz para torná-la realidade.

Hoje é domingo de páscoa e talvez você tenha passado o dia com a sua família. Eu passei trabalhando, junto com minha equipe… Sabe por que? Porque para mim isso é ser livre, poder fazer minhas escolhas baseadas na minha arte.

E a verdade é que eu me sentiria presa se hoje eu tivesse que estar fazendo outra coisa que não construindo e ampliando minha visão.

Pensa nisso… lembra que eu falei o que é ser um High Stakes? Pois então, isso é o que todo artista busca, e o High Stakes é necessariamente livre, livre na masterização da sua arte e na criação da sua visão.

Parece loucura? Essa é a ideia. E esse é o caminho.

Sabe como eu descobri que só poderia ser uma High Stakes no que eu faço quando a minha visão passasse na frente até mesmo dos meus sonhos?

Convivendo com loucos.

O Gabriel desde sempre pensa grande. Quando ele ainda jogava poker e vivia isso intensamente (e vem daí o conceito de High Stakes) eu já ouvia suas visões malucas.

Desde que moramos juntos e vivemos intensamente a High Stakes Academy a loucura dele só cresce, a cada dia, a cada minuto. Eu me divirto encenando para as pessoas como é lá em casa… quando ele dá para falar das suas visões começa a perseguição.

Ele não se contenta em falar, é como se tivesse que me colocar dentro da própria fala. Se estou na cozinha preparando o que vou comer, por exemplo, a cada passo que dou, quando viro ele está atrás de mim. Se levando para pegar algo na geladeira, quando fecho a porta ele está atrás de mim.

Mais ou menos assim… as visões são tão reais que não basta eu fazer parte delas, tenho que contá-las junto, sentir e reagir a cada frase.

E dá certo, contagia. Porque no fim é só essa loucura que muda o mundo.

Essas perseguições me fizeram entender o poder da inovação… entender que cada dia mais essa vai ser a realidade: se destaca quem tem a visão maior do que os sonhos, e quem põe a mão na massa mesmo quando ainda não parece possível tornar as coisas reais.

Isso é inovação… antecipar as soluções. Descobrir o que falta no mundo hoje (que a maioria talvez ainda nem sente ou sabe que falta), e tornar isso realidade.

Às vezes a falta não impossibilita nada, mas melhora tudo. E é esse jogo que joga o High Stakes: o da excelência, o do acabar com o possível e busca o não óbvio… o jogo do próximo nível.

Foi isso que fez Steve Jobs, foi assim que ele revolucionou a indústria da telefonia e tecnologia.

“As empresas tem muitos experts que bloqueiam a inovação. A inovação vem de verdade é do pensamento perpendicular.” – Peter Diamandis

E aí você tem várias opções…

Viver sua arte de forma leve (mas aí precisa saber que em muitos momentos não vai se sentir livre), ou entrar na sua loucura, construí-la e potencializá-la se cercando de loucos S2.

E eu vou te dizer que se a segunda opção é a sua escolha você deu sorte e essa pode ser a semana mais especial para você no ano.

Se você sente que só precisa de um empurrão para dar vida para as suas visões, ou se reconhece que ainda está comendo bola deixando de gritar sua arte pro mundo, você tem que participar da High Stakes Week.

Essa é sua oportunidade de se cercar de loucos por uma semana, entender o que você precisa fazer para performar no seu máximo e ir para a ação… fazer sua arte acontecer, de uma forma que você nunca tinha imaginado antes.

Interessa? Então vem que vai ser tudo online e gratuito, uma semana insana, de conteúdos e desafios, tudo para você atingir (e quem sabe até conhece) o seu máximo. Para criar o ambiente ideal que vai te fazer acordar e ir dormir todos os dias enlouquecido com sua visão, em como fazer mais e melhor, em como ser um inovador da área.

Porque a inovação ultrapassa os sonhos, ela alimenta uma visão, e a visão atinge muito mais pessoas do que apenas satisfazer a si próprio. É a expansão da arte, tudo que ela pode criar e transformar.

Espero te ver imerso nisso tudo essa semana, não só pela oportunidade, mas também porque assim vai estar também acompanhando um pouco da minha arte. Hoje parte da minha equipe chega no QG High Stakes, e em poucos dias seremos 19 aqui. Todos com a mesma intenção: levar a mentalidade e o sentimento High Stakes para o máximo de pessoas.

Se você for uma delas, vai ser um prazer ter contribuído para isso.

Espero aqui seu comentário, e hoje quero saber duas coisas: 1) você vai fazer parte da High Stakes Week, e 2) em que você hoje tem vontade de investir sua loucura e inovar?

 

  • Gabriela Viviane

    Olá Marina, eu vou fazer parte da High Stakes Week e vou investir minha loucura na minha arte (adiando por muito tempo) a fotografia e meu dom com as palavras para levar a milhões de pessoas a importância da natureza mais equilibrada e me tornar um exemplo, assim como vocês. Porque mais do que ensinar é ser exemplo. Quero muito parar de reclamar dos problemas que existem e sim mostrar que soluções existem e que tudo é uma questão de escolha.

    Até amanhã e obrigada pelo tempo que vocês dedicam para incentivar outras pessoas para esse mesmo caminho.

  • Bianca Holanda

    Tão bom quando tem um post assim lindinho que eu me identifico!
    Mas eis o meu caso: academicamente curso Engenharia Civil – academicamente, porque fora da universidade são muitos, muitos os temas que me interessam (também tenho muitas paixões, e esse fato não ajuda quando preciso escolher apenas uma delas para focar). Os meus testes vocacionais também resultavam nas mais variadas carreiras, talvez pela facilidade com números combinada à paixão por criatividade.
    Atualmente, sou responsável pelo Sistema de Gestão de Qualidade de uma empresa de construção civil, mas o meu foco vai muito além de simplesmente construção/engenharia civil. O que na verdade me encanta é Qualidade.
    Uma das minhas responsabilidades dentro da empresa é justamente o atendimento, experiência e satisfação do cliente, e eu venho levando isso bem a sério (diria que até mais que os meus líderes), justamente por compartilhar da premissa que a experiência do cliente e ideias inovadoras estão cada vez mais atreladas ao sucesso das empresas do futuro. O que vejo cada vez mais são empresas com foco no seu produto ou serviço, mas esquecem que na verdade os verdadeiros protagonistas e novos donos do negócio são os seus usuários. Eles ditam o futuro da empresa/marca.
    A realidade na construção civil é um tanto complicada pra quem (eu) compartilha desse pensamento e se encanta por inovação e satisfação do cliente. Os próprios líderes preferem não inovar, ou não ter uma maior preocupação com o cliente, considerando que “a empresa vai entregar o empreendimento no prazo como havia prometido”. Isso pra mim não basta, mas esse tipo de visão parece não ter vez nem voz dentro da engenharia civil – o que frequentemente me frustra e me faz pensar porquê ainda insisto.
    Bom, mas ler um post desse renova a paixão por essa área! E essa é uma das coisas que mais admiro na HSA e no Muving Up. Vocês (a equipe inteira!) são inspiradores =)

    • Willy Haenle

      Olá Bianca. me identifiquei com seu comentário. Assim como você, tenho essa macro visão da Engenharia Civil e vejo muito essa realidade do mercado. Mas não consigo me contentar com isso. Acredito que existe muita coisa a ser melhorada, com foco em qualidade e principalmente em pessoas (clientes e colaboradores).
      As empresas estão passando por uma grande momento de adequação de valores. Devem não apenas publicá-los em seu site, mas sim trabalhar por eles. E aquelas que não seguirem esses caminho, estarão fadadas a apenas sobreviver ou fechar as portas.
      Na faculdade mesmo, as vezes fico observando quanta gente está lá apenas por um diploma. E isso é triste! Mas, tenho conversado com muitos que tambem tem essa mesma visão nossa. De querer o diferente!
      Muitas vezes me sinto assim como você, desmotivado pela realidade, ainda mais que estou fora do mercado no momento. E buscar conteúdos inspiradores, e nos rodearmos de pessoas empreendedoras, nos ajudará a não perder o foco. Aliás, Engenharia não é apenas uma profissão e sim uma paixão!
      Bom, caso queira compartilhar mais conhecimento em nossa área, ficarei grato em recebe-los e poder ajudar de alguma maneira. 🙂
      E Marina Teixeira, parabéns pelo post!

      • Marina Teixeira

        Obrigada, Willy, pelos parabéns e pela contribuição.

        “Devem não apenas publicá-los em seu site, mas sim trabalhar por eles. E aquelas que não seguirem esses caminho, estarão fadadas a apenas sobreviver ou fechar as portas.” – disse tudo, adorei 🙂

        • Willy Haenle

          Imagina Marina. Eu que agradeço por compartilhar esses conteúdos 😉

    • Marina Teixeira

      E tão com quando você vem deixar suas contribuições aqui 🙂
      Por isso que mesmo meeega atrasada, vim!

      Não é só na engenharia civil né… o desafio da inovação e de entender que quem dá as cartas é o usuário (e que isso só torna o processo mais prazeroso e eficiente/ bem sucedido) ainda barra muitos nichos.
      Mas para isso a gente trabalha para mostrar que o caminho e o futuro são bonitos!

  • Marta Ayres

    Eu escolho ser melhor a cada dia!!!

    MARINA, RI MUITO QUANDO VOCÊ ESCREVEU SOBRE A “PERSEGUIÇÃO”.FOI O MÁXIMO.VI O FILME DO GABRIEL ATRÁS DE VOCÊ PRÁ LÁ E PRÁ CÁ FALANDO,FALANDO…MUITO LEGAL!!! AMAMOS O MESMO HOMEM DE FORMA DIFERENTE.QUE DEUS TE ABENÇOE POIS VOCÊ EXTRAVASA ESSE SER LINDO QUE ACHO QUE TODO SER LINDO É!!! UM BEIJO NO SEU LINDO CORAÇÃO!!

    MARTA AYRES·SEXTA, 15 DE ABRIL DE 20161 leitura

    “EU ESCOLHO QUEM EU QUERO SER TODOS OS DIAS.”(Gabriel Goffi)

    Sei disso por que essas escolhas são irrevogáveis,as vezes silenciosas,as vezes barulhentas mas são suas.e e muitas vezes,a maioria das vezes, você faz a maioria das escolhas por acaso.Isso porque você acha que está mas não está tão perto de você.

    Você passa muito,mas muito tempo mesmo fazendo sabe o quê?

    1.No passado – vive pensando e falando no passado.Passado não se constrói,nem se destrói.Do passado você colhe todas as experiências para ajustar,alinhar e trazer para o hoje,as conclusões.

    2.No futuro – muita gente fala em planejamento.Diz que planejamento é projetar hoje o que se quer fazer depois.Meu papa de sabedoria e conhecimento (PETER F. DRUCKER) dizia que para planejar bem é necessário trazer o futuro para o agora e prescrutar em detalhes o que se quer, lá; mas você percebe que tudo acontece no agora?

    Somente o agora tem poder para mudar tudo.E é nesta escolha que ficamos a maioria do tempo distraídos!!! parecendo uns zumbis…desconectados com o aqui e agora.E o que é pior,pensa que está conectado…como combater ou eliminar uma situação ou uma doença que não dói mas destrói? como eliminar uma mentira na qual você acredita e afirma todos os dias?que quando você se olha no espelho você se vê mas não se percebe?

    Existe no Brasil um movimento que está mudando isso.E vai mudar muito mais.Não se trata de política.Se trata de Empreender sua própria vida em busca da EXCELÊNCIA.Chama-se MOVIN UP 2.0.Quem quiser detalhes vai lá no seu idealizador.Ele é uma das melhores coisas que o Brasil possui. O nome dele é Gabriel Goffi.Tem canal no youtube e todas as mídias…experimenta.Alto nível de efeito colateral mas é benéfico…se for utilizado em doses homeopáticas senão inverte o efeito!!! #teamogofficomequipehighstakeslifestyle

    • Marina Teixeira

      Woww, Marta!
      Obrigada pelas palavras!
      E que texto lindo e intenso! Só com ele você também já esta mudando o mundo.
      Você é verdadeira e intensa, e é um prazer ter alguém assim por perto!
      Muito carinho pela sua pessoa, falo por mim e pelo Gabriel!

      • Marta Ayres

        Amo vocês mesmo distante mas isso não me importo!!! importo-me com o que sinto!!!bjão!!!fui…