os maiores aprendizados que tive em 10 anos de amor não-romântico

ontem foi um dia especial.

o dia dele, do meu companheiro de vida. meu sócio no amor e nos negócios.

você já deve ter percebido que eu cito muito o gabriel aqui, e hoje vai entender o porquê.

já são quase 10 anos juntos, e assim, inevitavelmente, a gente se mistura.

não porque não somos um sem o outro, mas porque o que somos hoje passa pelo outro. e assim fica impossível falar dos maiores aprendizados, das novas descobertas e das grandes decisões tomadas sem falar dele também.

por isso achei que hoje era o dia perfeito para falar um pouco sobre o amor. o amor em que eu acredito.

nesse texto quero te contar os maiores aprendizados que tive em 10 anos de relacionamento.

começando pelo começo… nós nunca fomos de grude. lembro até que no começo do namoro eu às vezes arranjava desculpa para não vê-lo, pois sempre gostei de sentir saudade. achava saudável (e continuo achando).

isso porque a saudade nos abre duas portas: a falta traduz o desejo, aponta se você quer o outro por perto ou o prefere distante; é uma oportunidade que você tem de ser e estar consigo mesmo. de preservar sua individualidade independente de qualquer coisa.

e esse segundo ponto eu diria que é o requisito básico para um relacionamento ser bem sucedido: você se colocar em primeiro lugar e não depender do outro para nada.

isso não significa descartá-lo, coroar o egoísmo e olhar apenas para o próprio umbigo… significa apenas que primeiro você precisa ser inteiro para então somar na vida do outro.

foi com essa mentalidade que, com 16 e 18 anos, tiramos de letra os 11 meses em que o gabriel viajou de intercâmbio para londres.

foram 11 meses de autoconhecimento, para ambos. 11 meses de liberdade. 11 meses de fortalecimento do que éramos.

a saudade (e a distância) nos mostraram outras coisas também… mostram que em qualquer relacionamento, e existência, duas qualidades devem estar presentes: confiança e autoconfiança.

se você não é capaz de confiar no outro, você não tem respiro… vive preocupado, com a cabeça fora de si. o que era para ser leve torna-se um peso, uma preocupação. o que deveria impulsionar começa a puxar para trás.

assim como se você não tem autoconfiança não se sente inteiro. vive angustiado pela sensação de ser metade de um todo, pela vulnerabilidade.

quantas vezes você já não ouviu pessoas dizendo que estavam passando por uma crise no relacionamento?

oi? crise no relacionamento? isso não existe! pode parecer loucura, mas não existe.

o que existe são pessoas em crise consigo mesmas e que, por consequência, não conseguem sintonizar com o outro. geram tensão, repassam ao outro responsabilidades que não são dele. fernando pessoa já dizia…

“enquanto não superarmos
a ânsia do amor sem limites,
não podemos crescer
emocionalmente.

enquanto não atravessarmos
a dor de nossa própria solidão,
continuaremos
a nos buscar em outras metades.
para viver a dois, antes, é
necessário ser um.” – fernando pessoa

 

o amor romântico diz que amamos acima de tudo, de qualquer jeito. eu não acredito nisso.

eu aprendi… hoje eu amo enquanto me faz bem, enquanto consigo dançar, livremente, a música que ele toca.

lembro a primeira vez que o gabriel me disse que não se prendia à história que construímos juntos e aos muitos anos de namoro… “eu vou estar com você enquanto você me fizer bem”.

nessa hora, muitas no meu lugar pensariam, “ó, que insensível, então ele não me ama de verdade”. confesso, soou estranho num primeiro momento, mas depois fez todo sentido pra mim, e esse foi meu primeiro acordar para o que é viver ao lado de alguém.

um relacionamento nunca pode ser uma prisão. a gente não se algema e segue junto, a gente escolhe estar junto. e o que escolhemos podemos desescolher. até porque o caminho é cheio de bifurcações e nem sempre queremos ir para o mesmo lado. e está tudo bem, desde que você esteja bem consigo mesma e acredite, de verdade, que sua história não passa a ser menos bonita se você desescolher ou não for mais a escolha de alguém.

às vezes os caminhos são incompatíveis e temos que seguir firmes com isso; às vezes, são apenas uma oportunidade de provarmos mais da saudade.

há alguns meses, num almoço em família, estávamos comentando sobre o apartamento em são paulo e minha tia perguntou “vocês vão voltar para São Paulo?”. não tive nem tempo de pensar, minha vó se antecipou:

“a marina só, o biel vai ficar, mas eles não estão se separando”.

hahaha, essa frase diz tanto… no fundo, para ela, isso tudo é uma loucura, “moderninho” demais provavelmente. e essa resposta é uma forma dela se convencer que está tudo bem.

e eu diria que, principalmente por isso, está tudo ótimo. acho que agora você já entende que isso significa nosso amor: respeitar as vontades, planos e visões um do outro.

hoje temos maturidade suficiente para entender que o amor não existe apenas no tempo e no espaço. mas ele existe, necessariamente, no respeito, na liberdade e na plenitude.

sua busca tem que ser sempre pelo que te preenche, e isso nunca pode ser o outro. o amor, não o romântico, envolve seres de asas.

por isso, fique atento… qualquer coisa que te prenda não é amor, é apego.

você tem que manter ao seu lado pessoas que potencializem quem você é e quem você quer ser.

e vem daí minha maior gratidão pelo gabriel, porque ele me dá total liberdade para eu ser quem eu quero ser.

porque ele sabe que amar não é só querer bem, é querer melhor do que tudo, esteja o outro perto ou longe.

pode parecer paradoxal, mas é como penso hoje… só somos capazes de amar de verdade alguém quando passamos a saber viver sem essa pessoa.

e um dos maiores aprendizados, confesso, veio a pouco tempo… a confirmação de que o amor é linguagem.

temos o péssimo hábito de esperar que o outro nos surpreenda, e muitas vezes deixamos que a espera mate nossa ação e satisfação.

muito mudou na minha vida quando eu entendi que o que para mim é uma demonstração de amor não necessariamente o é para o gabriel e vice-versa.

a grande virada de jogo num relacionamento poder estar aí… quando você sabe o que faz o outro se sentir amado e tem flexibilidade para lidar com os momentos em que ele não é capaz de amá-lo como você gostaria, mas apenas do jeito que para ele é, naturalmente, amar.

descobri isso apenas depois de assumir a área de sucesso do colaborador da high stakes academy. no meio de muito estudo me deparei com um livro, The 5 Love Languages – as 5 linguagens do amor -, de gary chapman, que sem dúvidas vai em breve para a biblioteca aqui do blog.

esse livro trata exatamente um dos maiores desafios dos relacionamentos: que nem sempre o que funciona para você funciona para o outro.

e a vida fica tão mais fácil quando você entende isso. quando você para de criar expectativas e busca entender a linguagem das pessoas.

compreende o tamanho da liberdade que isso traz? quando você sabe o que faz seu parceiro se sentir amado você passa não só a ter elementos para demonstrar mais a ele o quanto o ama, mas você fica sensível para sentir o amor dele quando ele está conseguindo falar apenas a língua dele, e não a sua.

esse é o caminho para vocês (as duas partes) se acessarem com muito mais frequência. a liberdade vem disso, de entender que as pessoas dão o que elas podem dar, e às vezes basta você saber que o outro está tentando te dar amor para senti-lo.

o que o gabriel mais valoriza nessa vida é o tempo dele. por isso eu sei que se planejo um jantar especial ele não vai me trazer uma flor, mas sei que quando num dia cheio de gravações ele senta comigo para compartilhar um aprendizado ou analisar algum erro que venho cometendo, ele está me amando. muito, do jeito dele.

dia desses uma amiga comentou que estava triste porque o namorado tinha falhado no dia do aniversário dela. e hoje, pra mim, o pensamento é simples… “ele falhou ou você que não deixou claro o que queria? ele falhou ou você que não teve a sensibilidade de perceber que, mesmo sendo seu aniversário, hoje ele te amou como ele podia, do jeito dele, não do seu”.

faz sentido?

era isso que eu queria dividir hoje com você, um pouco do muito (e ainda tão pouco) que eu aprendi sobre mim e sobre a vida caminhando ao lado da pessoa que eu escolho todos os dias.

não somos um casal perfeito, muito longe disso. apenas somos melhores estando juntos… e assim ficaremos enquanto assim for.

hoje a gente escreve a mesma história, ainda que eu esteja aqui e ele lá. e a qualquer momento isso pode mudar…. pode ser que ele me chame, e se chamar eu vou.

vou porque confio. e confio porque até hoje ele só me mostrou que nunca me tirou para dançar se não fosse para me fazer voar.

ontem foi o dia dele, e foi também meu dia oficial da gratidão. gratidão por termos nos encontrado. gratidão por caminhar ao lado de alguém que respeita minha liberdade e valoriza a nossa. de alguém que não me completa, mas me soma, e muito. de alguém que está sempre me salvando, às vezes do mundo, às vezes de mim mesma.

o amor não é coleira, não é rótulo, não é regra. pra mim, ele é respiro, força e liberdade, e é isso que eu desejo que seja para você também.

desejo que você também possa sempre escolher andar de mãos dadas com a pessoa mais incrível que encontrar na vida.

eu venho fazendo isso, há 10 anos. cada vez mais com a tranquilidade de que enquanto trocarmos forças andaremos de mãos dadas. Enquanto estivermos no mesmo ritmo dançaremos juntos.

 

  • Adriana Liberato De Mattos Kho

    Muito interessante o seu texto Marina. As pessoas tem a mania de jogar a responsabilidade da sua felicidade nas costas do outro e isso é um loucura! Nenhum relacionamento pode começar assim.Ninguém é responsável pela nossa felicidade. A liberdade, a confiança e o respeito são cruciais para um relacionamento dar certo. E eu costumo dizer a meu marido que nós não nos conhecemos no dia em que nascemos! Somos seres diferentes que estamos juntos por escolha e porque está muito bom assim! Vamos fazer 18 anos juntos e a nossa história é bem atipica (quem sabe não te conto numa outra oportunidade). Somos muito unidos, muito cumplices e muito amigos também. Nos incentivamos o tempo inteiro. Por questões profissionais ele também passou um tempo fora e eu sempre fui sua maior incentivadora, mesmo com 2 filhos e muito trabalho. Para crescermos juntos não precisamos estar grudados. E como vc falou, a distancia nos traz muitas certezas.
    Qualquer relacionamento saudável, no meu ponto de vista, tem que trazer crescimento para ambas as partes. A comunicação precisa funcionar. O outro precisa saber o que realmente importa pra vc e vice-versa, pois é necessário trabalhar as expectativas. Sim, porque sempre existem expectativas. Somos seres humanos. Podemos até nos acostumar a tentar não criá-las como defesa de frustração, mas no fundo elas estão lá. E a vida também precisa de um pouco de romance e de paixão. Esses 2 combustíveis diferenciam o amor de uma amizade. Um casal “afinado” tem a amizade como base. Então o que vai diferenciar a amizade do amor? Tem uma frase do Arnaldo Jabor, de uma música que Rita Lee gravou que diz :”amor sem sexo é amizade”. E é verdade. E não estou me referindo somente ao sexo no sentido literal, mas é importante o nosso coração bater mais forte pelo nosso parceiro de vez em quando. É importante criarmos situações onde consigamos surpreendê-lo com pequenas coisas (que podem até parecer bobas) mas faz ele perceber o quanto nos importamos. É preciso cuidarmos do nosso amor para que ele não vire uma grande amizade sem percebermos.

    • Marina Teixeira

      Que lindo, Adriana, adoraria saber dessa história atípica!
      Concordo com tudo, que a amizade é a base, mas que um amor preciso de romance e paixão (romance, não romantismo ditado).
      Obrigada pelo comentário, muito valor aqui 🙂

  • Sumira Prem

    Muito bom Marina! Penso exatamente assim. Às vezes não consigo colocar na prática tudo isso. Às vezes vêm as expectativas com relação ao outro, e me frustro. Às vezes me preocupo demais com o que o outro espera de mim, e deixo de fazer o que eu realmente quero. Sou muito como o Gabriel, preciso do meu espaço, do meu tempo, da minha individualidade.. mas às vezes o meu parceiro vê isso como egoísmo, que não o amo tanto assim.. E me sinto mal por não corresponder às expectativas dele. Bom, devagarzinho vamos aprendendo. step by step. Obrigada por compartilhar sua visão sobre o amor! =)

    • Marina Teixeira

      Exato, @sumiraprem:disqus, step by step!
      Quanto mais a gente se entende, se conecta consigo mesmo e se valoriza, mas a gente aprecia o silêncio, nosso tempo e nosso espaço.

  • Kelly Oliveira

    Que texto lindo, Marina!!! Amei!!! Acredito em cada palavra que descreveu aqui, exatamente como penso! A liberdade é fundamental para o ser humano, pois mudamos constantemente e estamos em um fluxo fluído e constante. Se muitas vezes somos estranhos a nós mesmos imagine para o outro. Andar ao lado de quem tenha essa consciência é fundamental para evitar choques e conflitos. Bem como você disse: “crise no relacionamento”. Oi? A crise é nossa! E somos assim… Altos e baixos… Constantes mudanças! Não somos um molde imutável… Se alguém achar que nos aprendeu e pronto não vai funcionar a parceria. Temos que estar abertos para a fluidez da vida e as suas mudanças. Evolução sempre!

    Obrigada pela bela reflexão!!! <3

    • Marina Teixeira

      Haha, boa observação, Kelly… “Se muitas vezes somos estranhos a nós mesmos imagine para o outro”.
      Obrigada você pela contribuição aqui também 🙂

  • Matheus Jacobina

    É isso aí, Marianinha! Eu li esse livro mês passado e ele meio que falou o que eu queria ouvir: o amor é, antes de tudo, uma escolha. Somos bombardeados por um modelo romântico, onde tudo é lindo, onde tudo vem de dentro, nos fazendo nos sentir culpados e confusos quando temos sentimentos que contradizem isso. Eu, que sou um cara que prezo muito pela liberdade e por meus momentos de silêncio e isolamento, muitas vezes me sentia até culpado por querer ficar afastado, como se fosse até egoísta. Mas hoje, após muita conversa, reflexão e leitura, vivo um relacionamento que fazemos questão de cultivar a liberdade e individualidade de cada um. =) Obrigado por compartilhar suas reflexões!!!

    • Marina Teixeira

      É exatamente assim, Matheus, um modelo que nos faz sentir culpados e confusos quando temos sentimentos que o contradizem.
      Mas quando vem a consciência vem também nosso poder de mudar a situação, como você mesmo fez 🙂
      Amor não-romântico poderíamos chamar também de amor-liberto!

  • Danielle Melo

    Se me permite vou escrever um pouco.
    Amo muito, amo as pessoas, amo meus filhos, amo meu marido, amo meus amigos…Vou comentar sobre o amor EROS!
    Tão bom falar que amamos e quando somos amados…ah que maravilha!
    Amor é está PRESO por vontade, é perdoar, não acredito no dizer “é até quanto dure”…ou até quando o outro nos fizer bem…mas quando amamos mesmo de fato, a outra pessoa faz parte de nós, se nos queremos bem, consequentemente queremos bem a outra pessoa.
    Se não nos amamos realmente não conseguiremos amar outra pessoa é fato. E perfeito… devemos ser sábias em saber a forma que o outro nos ama, e a forma de nos revelar o amor, as pessoas são diferentes, Graças a Deus!!. O amor é tão lindo que esse processo de individualidade é aceito de maneira tranquila e sem cobranças. Eu adoro o amor romântico! Faz bem!
    Amor é renúncia. Quando amamos alguém precisamos fazer algumas escolhas, quando escolhemos algo, sempre há perdas. Tudo isso sem culpas!

    • Marina Teixeira

      Oi, Danielle.
      Também acredito no quando é saudável as pessoas serem e sentirem de forma diferente, por isso muito bom ler esse seu comentário aqui!
      Mas por acreditar no “até quando o outro nos fizer bem” essa ideia “quando amamos mesmo de fato, a outra pessoa faz parte de nós” me traz a sensação de sufocamento.
      E a ideia de ser preso a alguém não me agrada, mesmo que por vontade. Prefiro caminhar livremente ao lado de quem eu escolher (e que me escolher ao mesmo tempo)!

  • Julio Zartos

    Mariana, outro texto TOP, prá variar!! º/ De tudo o que você falou, o que mais chamou minha atenção é você se colocar como uma pessoa além do relacionamento construído com o Goffi, acima de tudo. Alguém com idéias próprias a respeito da vida, do que quer e de onde quer chegar. Caramba, como ele mesmo diria: respeito e valorizo isso!! Venho seguindo as publicações de vocês 2, porque tornei-me fã dessa linguagem, dessa proposta incrível que vocês estão oferecendo, que é a de nos melhorarmos sempre, sem esquecer nossos objetivos. Indo em frente e para o alto, para o “High Stakes”!! Parabéns pela sua visão de superação de si mesma, pela sua coragem de se expor. Sem confundir, sem misturar, sem comparar, admiro e respeito vocês como um casal incomum, de “evolucionários”. Mas, acima de tudo, individualmente. Cada um possui sua luz própria. E que luz!! =))

    • Marina Teixeira

      Wow, obrigada pelas lindas palavras, @juliozartos:disqus!
      A ideia é essa, não partilhar uma luz, mas unir duas 🙂

  • Simone Ferreira

    Lindo, lindo, lindo! Você sintetizou o amor (se é que se pode) com uma leveza e clareza impecáveis. Infelizmente as relações são nutridas pelo nocivo amor romântico, que pesa toneladas e nos desgasta com as cobranças naturais da natureza do apego. Gratidão por compartilhar de algo tão seu, Marina. Amei o texto e saber um pouco sobre vcs dois, que são tão lindos. Beijão! ♡

    • Marina Teixeira

      Obrigada, Simone 🙂
      Muito bom quando falando de si falamos de coisas que fazem sentido para tantas pessoas!

  • Andre Ruas

    Diversos tópicos muito interessantes, o de ser inteiro para então somar na vida do outro é genial; a imagem culturalmente midiaticamente vendida da “cara metade” ou das “duas metades da laranja” sugerem que precisamos de alguém que nos complete. E assim como as duas metades da laranja estão presas uma a outra, pensar em encontrar alguém que nos complete é de certa forma buscar confinamento. Outro ponto que gostei muito foi o das qualidades: confiança e autoconfiança, acredito que elas são essenciais para assumir a responsabilidade no relacionamento e não externalizar os problemas o que é muito mais “fácil”. No meu ponto de vista essas qualidades também contribuem para exclusão do ciume , que creio ser, fruto da dependência e do apego além de geralmente constituir ignorância dos princípios de espaço vital e “descortês” falta de educação.
    Parabéns pelo texto Marina, sucinto,alforriado,funcional e por que não, “óbvio”? hahah. Abração!

    • Marina Teixeira

      Obrigada, @andre_ruas:disqus
      Concordo 100% sobre o que disse do ciúmes.
      E quanto ao livro, é útil mesmo para qualquer relação. O autor inclusive criou uma outra edição voltada para os relacionamentos no mundo dos negócios. Bem interessante também!

  • Dayana Costa

    Comecei a seguir o Goffi, no insta, mas antes de conhecer o trabalho dele. comecei a seguir no snap, em uns dos primeiros dias que o estava seguindo, era lançamento do evento ao vivo de vocês, ainda não sabia que eram casados, e nem entendi direito qual era a proposta do Goffi, não estava familiarizada com o High Stakes. O que eu quero dizer, é que nesses primeiros videos, uma coisa ficou clara para mim, o amor e admiração dele por você. Logo pensei, nossa, esse é o tipo de mulher que eu quero ser, não havia exposições de amor, não havia declaração, não havia nada explicito, era uma admiração dele por vc, que a iluminava.
    Pra mim isso é amor, e no meu convívio diário não vejo muito isso, vejo muito apego.
    Então queria deixar o meu comentário aqui primeiro para dizer o quanto eu já te admirava mesmo sem conhecer o seu trabalho, ou conhecer o trabalho do Goffi, na verdade te admirei antes mesmo de admirar ele. rs
    E depois queria dizer o quanto admiro o seu blog, a sua escrita. Parabéns pelo trabalho!

    • Marina Teixeira

      Nossa, quantos sorrisos eu dei ao ler seu comentário, @Dayana Costa!
      Obrigada por vir registrar tudo isso… primeiro porque fico muito feliz em saber que gosta de blog, e segundo porque me inspira ver esse relato de como as pessoas veem o amor que, como você diz, não precisamos expor.

  • Fernanda Marcello de Oliveira

    Traduz todo o meu pensamento! 🙂 Também namoro o meu Gabriel (por sinal) há quase 7 anos, e essa filosofia sempre fez parte do nosso relacionamento. Estou atualmente morando em São Paulo, e ele continua em SC, e está tudo bem 🙂 porque primeiro precisamos estar de bem consigo mesmo e ir em busca dos nossos sonhos, para depois nos completarmos. Um namoro é algo p/ acrescentar/somar em nossa vida, e nada mais. Ninguém é obrigado a estar com o outro a partir do momento em que não esteja mais fazendo bem!

    Me identifiquei, parabéns pelo texto! 🙂

    • Marina Teixeira

      Obrigada, @fernandamarcellodeoliveira:disqus
      E que delícia saber que você e o Gabriel também se entendem assim 🙂

  • Cristina Blue Segatto

    sensacional, simples, sensível e verdadeiro…fluiu muito pra mim seu pensamento! Esse livro faz maravilhas com as pessoas, sempre manda um PDF para minhas amigas…bjs Marina,

    • Marina Teixeira

      Faz maravilhas mesmo.
      Beijos, @cristinabluesegatto:disqus 🙂

  • Jandira Oliveira

    ??????
    Parabéns, de certa forma se completam.
    O respeito, o diálogo e a cumplicidade são fundamentais p a vida, o companheirismo é a mistura desses três. Parabéns pra vc, lhe admiro por ser segura de si, e ter essa alto confiança e um valor próprio que poucas mulheres conseguem desenvolver, não por serem incapazes mas por não acreditarem em si.
    Quero deixar-lhe um provérbio que gosto muito.
    “Mulher virtuosa, quem achará? O seu valor muito excede o de finas joias. Pv 31.10 ”
    ?

    • Marina Teixeira

      Obrigada, @jandira_oliveira:disqus, pelas palavras e pelo provérbio!

  • Heloise Amorim

    Top Marina , curti o post e vou ler esse livro que vc citou!
    Meu ponto de vista sobre o amor é o seguinte:” o amor é um mandamento , e não um sentimento”.
    Eh uma escolha 100% racional.
    Se amar fosse fácil creio que não seria o primeiro mandamento citado por Deus.

    • Danielle Melo

      Show Heloise!!

    • Marina Teixeira

      Escolha racional e diária 🙂

  • Marcelo das Virgens

    Nossa, que tapa na minha cara, hahahaha! Eu sempre espero que me amem, como eu acho que devo ser amado!!!!! E agora, o que eu faço? Hehehe!

    • Thay Soares

      To no mesmo barco que vc, Marcelo. Mas ou a gente ressignifica isso ou a gente afunda.

    • Marina Teixeira

      Pronto, @marcelodasvirgens:disqus, a @disqus_fs4idrkj2E:disqus já deu a resposta. Eu só trocaria “a gente afunda” por ” a gente se frustra” 😀

  • Paula Zendron Saia

    Caramba, como foi bom ler seu texto nesse exato momento que estou vivendo Marina… Acho que você não poderia nem fazer ideia. Sou casada com um piloto de avião, que hoje praticamente mora nos EUA enquanto eu estou aqui, com nossa filhota de 1 ano e tocando a vida, a casa e a empresa da minha família. Por ter medo de não dar conta inclusive tornei-me moving upper para poder ser mais e entregar mais, mas nunca tive dúvida sobre a máxima “que seja eterno enquanto dure”. Levo isso muito à sério, principalmente quanto um monte de pessoas, próximas ou não, perguntam-me se não tenho medo de perdê-lo para as aventuras do mundo afora. É incrível como a segurança choca, como um simples e consciente não, não tenho medo desconcerta. Ele não é minha alma gêmea, escolhemos ter uma família juntos e nos amaremos até deixarmos de nos amar. E ponto. Não sei se ele tem maturidade para encarar dessa forma, sinceramente acho que não, mas eu tenho e quero muito passar essa auto confiança para minha filha. Se ela não se amar de forma até egoista (perante uma sociedade bem da hipócrita que veste a mulher na sombra e na espera de um príncipe) nunca irá se conhecer o bastante para amar o próximo se forma genuína. Obrigada mesmo pelo seu texto. De uma forma muito engraçada acho que já fomos amigas em outras vidas, pois tudo o que você escreve faz muito sentido pra mim. Beijos

    • Marina Teixeira

      Sem palavras para esse comentário, @paulazendronsaia:disqus!!
      Feliz que você é Moving Upper, feliz por saber que o que eu escrevo conecta com uma pessoa como você (sem nem te conhecer agora já sei o quanto é linda e evoluída) e feliz por saber que suspeita dessa conexão 🙂 Espero conhecê-la para sentir o mesmo!
      E que sorte tem essa filhota! Parabéns e obrigada por vir compartilhar sua sabedoria aqui <3

  • Vanusa

    Que bonito, me apaixonei pelo seu modo de pensar. -:)

    • Marina Teixeira

      🙂

  • Deburah Lima

    Que DEUS abençoe vocês, casal lindo! Sou super fã do Goffi e agora sua também 😀 <3
    Parabéns Marina!

    • Marina Teixeira

      Obrigada, @deburahlima:disqus 🙂

  • EvaN Arruda

    Que Linda História, Marina!! =DD

    • EvaN Arruda

      Tem um mês que sou fã incondicional do Goffi, e agora estou ficando de vc!! Gratidão!!

      • Marina Teixeira

        Haha, obrigada, @evanarruda:disqus!
        Sou fã do Goffi também 😉

  • Joana Ribeiro

    Lindo post, Marininha!!!

    Acompanho seu blog desde o início e a cada dia percebo que temos muito em comum!
    Um relacionamento de dez anos como o seu (com um filho temperando com alegria!) é só uma das coisas!!!

    Que mais gente consiga se despertar pra um amor maduro assim!

    Muito amor e liberdade pra vocês!!!
    ❤️

    • Marina Teixeira

      Jura, @Joana Ribeiro? Espero em breve encontrá-la para ouvir sobre nossos pontos em comum 🙂

      E que isso seja logo!

      O mesmo pra vocês… amor, liberdade e respeito! <3

  • Fernanda Duré Selistre

    Surpresa boa tive esta manhã Marina! Tu escreve muito bem, e o texto também é muito especial. Parabéns!

    • Marina Teixeira

      Obrigada, @fernandadurselistre:disqus 🙂

  • Marta Ayres

    Gosto do seu jeito de escrever.Como diz o Henrique Carvalho, mais de 80 por cento de um blog é design e isso você traz de sobraa…Acho que a vida é em tudo uma relação de custo benefício e o benefício precisará sempre como saldo, ser maior e nos relacionamentos …então!!!

    Tem um pensamento que traduz bem isso que é do Gabriel Garcia Marques:”te amo não pelo que tu és,mas pelo que sou quando estou ao teu lado”.E isso catalisa (atrai para junto,é benefício pois não!!!)e a máxima que resulta num grau elevado de clareza é:ficarei enquanto for bom para mim pois o outro é quem pode falar por si.Acho mesmo que a medida da caminhada são dois indivíduos inteiros caminhando juntos,compartilhando,se admirando,se respeitando e amplificando no outro o exercício pleno de ser (como diz Marina,aumentar o tamanho das asas e permitir que voe).

    No fim das contas acho a caminhada na Terra solitária (não isolada) pois chego sozinha e volto sozinha…e ter alguém que se importa é o máximo.Diminui essa solidão…e amplia o meu espectro de SER para mais vida,por que a vida está cheia de vida e queremos viver!!!

    • Marina Teixeira

      Sempre arrasando nos comentários né, @martaayres:disqus!
      Conheço essa frase, gosto dela e concordo que traduz bem o que foi dito 🙂

  • Marta Ayres

    #poesia Marininha,resolvi postar aqui o meu presente para o Goffi. pensei,pensei… e olhando algumas poesias minhas achei essa para você escolher em qual destes personagens ou vários você se identifica…dinheiro paga sempre um presente mas não paga o ato da entrega,da escolha,do gesto lindo que vi tantos tendo hoje com você e à distância resolvi oferecer também esse gesto iniciado aí em São Paulo que eu gostaria de ter ido!!!

    Eu e minha turma!!!

    (Marta Ayres)

    Um dia a Tristeza me procurou e disse que se sentia sozinha e desanimada.

    Que nada dava certo. Que ela era tão grande que parecia que alguém muito querido tinha ido embora e ela, perdido a chance de se perder ou de se trocar.

    Se perdendo ela poderia achar-se na Alegria.

    Se trocando quem sabe não receberia alguns trocados da Esperança. Da Esperança de se sentir feliz.

    A Tristeza conhecia a Alegria, a Esperança, e sabia o que era ser feliz. Mas como tudo passa. Isso também passou. Passou e não ficou. Não houve troca, não houve parceria. Se o Companheirismo tivesse visto tudo isso, quem sabe não teria dado um jeitinho de arranjar tudo com carinho.

    Mas o Companheirismo estava de férias. Podia ser que voltasse.

    Ninguém dava notícias suas.Mas todos o esperavam. E esperavam com uma sensação tão boa de que a qualquer momento tudo podia mudar. Certamente ele traria a Esperança que era amiga da Alegria e dificilmente esta não viria também.

    Eles faziam coro com o trabalho que sempre estava disposto, animando e curando todo mundo.O Trabalho era especialista em logística. Sempre arrumava tudo.

    A Esperança conhecia a Calma e andaram muito juntas tanto quanto aprenderam. Uma reforçando a outra.

    Mesmo nos momentos em que a Discórdia aparecia sempre junto com o Despeito e a Inveja, a Calma e a Esperança chamavam a Tolerância e botavam cada peça em seu lugar.Nessas horas a Harmonia se deliciava pois os ventos sopravam a seu favor.

    Um dia a Irritação muito magra e apressada, com a roupa muito rasgada e os cabelos despenteados passou pela Calma e quase amassava essa não fosse a Paciência que sempre andava na sombra da Calma e a segurou por trás. Como a Pressa estava, a Irritação perdeu de se divertir com as risadas que a Calma e a Paciência deram pelo susto e pela queda. E também pela cara que a Irritação fez quando ficou de quatro querendo se levantar.

    ..

  • Daniel Ramalho

    É isso!. Venho tentando masterizar e materializar esse tipo de pensamento e conceito. Obrigado por materializar essas palavras!!. #emoção #gratidão #highstakes

    • Marina Teixeira

      Um prazer, @Daniel Ramalho, ainda mais sabendo que fez tanto sentido para quem leu 🙂

  • Lucilene Maidana

    Arrasou, Marina! Sei que já disse isso, mas essa maturidade de vocês dois me encanta! Que bom que tive a oportunidade de conhecer esta realidade, em que somos livres para criar, viver, ser feliz… valorizar primeiro a si mesmo para depois valorizar a quem está ao nosso lado. Esta descoberta trouxe à minha vida uma sensação plena, de felicidade, pois descobri que eu sou a única responsável pela minha vida. Ninguém pode fazer isso por mim.
    Lindo… =)

    • Marina Teixeira

      A tão desejada plenitude né, @lucilenemaidana:disqus… que a gente passa muito tempo buscando lá fora, e se surpreende positivamente quando percebe que está aqui dentro 🙂
      Muito bom vê-la sempre por aqui!

  • Parabéns por mais um excelente post!!! Expressou muito bem algo que é extremamente difícil de se explicar: o amor. <3

    • Marina Teixeira

      Alegria em vê-lo por aqui!

  • Simplesmente maravilhoso esse texto! Parabéns aos dois.

    • Marina Teixeira

      Obrigada, @danutaferreirabispo:disqus 🙂

  • Kenier Cristina Marques Barbos

    Lindo texto, Marina!!!! Já é difícil encontrar alguém com esse pensamento, que dirá um casal se encontrar com essa maturidade. Muitas felicidades a vocês!

    • Marina Teixeira

      <3
      Obrigada, i@keniercristinamarquesbarbos:disqus!

  • João Emerson

    Gratidão extrema por compartilhar algo tão lindo, sóbrio, sereno e verdadeiro sobre o amor, Marina. Já havia observado certos aspectos, mencionados aqui, através dos snaps do Gabriel e, agora, você elucidou tudo de maneira linda coerente e verdadeira. Qjue as mãos de vocês permaneçam juntas pela simples vontade de estarem juntas por muitos e muitos anos à frente. Os admiro mais ainda a partir de agora!

    • Marina Teixeira

      Que linda mensagem, @jo_o_emerson:disqus!
      Muito obrigada pelas palavras!

  • Manoela Telles Cury

    Nossa Marina! Que texto lindo!
    Concordo demais com a sua visão. Principalmente com ver o amor que o outro quer ou pode te dar e não só esperar o amor que você sonhou.
    Os amigos do meu marido sempre falam que eu sou uma santa por estar com ele. Mas eu não vejo assim. Acho que nem todo mundo “ama padrão” e isso não torna esse sentimento menos legítimo. Ao contrário, acho que o torna mais especial por ser extremamente genuíno.
    Um brinde à liberdade e ao amor que rega!!!

    • Marina Teixeira

      Um brinde 🙂
      Tem tudo a ver com o que conversamos aquele dia, certo?

  • Marcelo Menezes Vianna

    Obrigado Marina! Mais uma vez me encantou com seu texto inspirador. Compartilho das suas ideias sobre o amor e admiro muito quem consegue vivenciá-lo. Espero que continuem tendo sempre algo que lhe façam caminhar juntos. Parabéns!

    • Marina Teixeira

      Obrigada, @marcelomenezesvianna:disqus!
      Sempre bom saber que nossas palavras e visões tem o poder de encantar 😉

  • SENSACIONAL! Parabéns pelo texto, ‘Marininha’!!
    Eu tenho a mesma visão que você. Curto muito os seus conteúdos.
    Muito show mesmo!

    Foi um grande prazer te conhecer no evento do Rafa Prado.

    Obrigado pela reflexão que você me gerou pelo post 🙂

    • Marina Teixeira

      Obrigada, @erikkentaarakaki:disqus!
      Prazer em conhecê-lo também 🙂

  • Prem Ilina

    Sensacional mesmo Marina!! Obrigada pelas palavras! Vc é uma mulher inspiradora!

    • Marina Teixeira

      Obrigada, @premilina:disqus 🙂

  • Mariza Resplandes

    Parabéns Marina! Você é divina. Me inspirou, e muito. Um beijo!

    • Marina Teixeira

      Uau! Obrigada, @marizaresplandes:disqus!
      Feliz por saber que gerou inspiração 🙂

  • Jerônimo Seles

    Incrível, Marininha! 😀
    Pensei que só eu pensava assim.. haha
    Ótima reafirmação de ideias!
    Obrigado pelo post! 😉

    • Marina Teixeira

      🙂

  • Que lindo Marina Teixeira! Já havia lido certa vez sobre os estragos que o movimento romântico trouxe para as nossas vidas. E lendo o seu post vejo que realmente faz sentido isso. O seu amor amor não romântico tem mais plenitude do que muitos amores supostamente românticos que vivemos, Parabéns pela maturidade e reflexão.

    • Marina Teixeira

      Obrigada, @professoraglaucialima:disqus 🙂
      E concordo… as pessoas deixam de amar por se prendem demais a forma como, supostamente, deveriam amar. E aí em vez de plenitude encontram frustração!

  • Fabricio Mga

    O Amor é liberdade. Alguém já me explicou uma vez, que a maior prova do amor de Deus para conosco, é exatamente o livre arbítrio. Obviamente para os que Creem em Deus, como eu por exemplo. Mas, no seu post, está nítido esse mesmo insight, portanto, só expresso meu desejo que continue e frutifique na profundidade dos vossos corações, que tem aberto suas vidas para nos inspirar e evoluir. Que as novas descobertas, sirvam para somar ainda mais nas vossas formas de amar!!
    Grande Abraço pra Voce, e para o Aniversariante. Parabéns pelo post.

    • Marina Teixeira

      Obrigada, @fabriciomga:disqus!!
      Sua mensagem transborda verdade e positividades!
      🙂

  • Difícil dizer, mas esse texto é forte candidato a melhor do blog. rs

    Nossas conversas sobre amor sempre foram muito produtivas, Mamá, e agradeço muito por isso. E esse texto é um apanhado de todas elas. Espero que clareiem a mente das pessoas como ajudou a clarear a minha em alguns pontos cegos.

    Mas a parte mais valiosa é sobre cultivar um grande amor por si mesmo. Desenvolver o amor próprio é, afinal, o que nos permite enriquecer e complementar – e não esvaziar – o seu amor por outras pessoas.

    Na verdade, é o amor por nós mesmos que nos liberta para amar os outros de maneira saudável e plena.

    Exatamente pelo motivo que você falou: porque estar junto passa a ser uma escolha, não uma necessidade.

    O casal caminha lado a lado, não um carregando o outro no colo, ou usando o outro como muleta. Talvez seja essa liberdade que gere receio de um amor não-romântico, já que liberdade implica responsabilidade.

    Ah, mais uma vez eu digo: você precisa ler o “Perdas Necessárias”, da Judith Viorst. A cada texto que eu leio aqui, tenho certeza que você vai amar. E certamente trará boas reflexões para o blog.

    Beijo grande! ?

    • Marina Teixeira

      Acho que o maior receio está aí mesmo, o fato de liberdade implicar responsabilidade.

      Sempre a postos para mais conversas, Carlinha, que somam para ambas as partes 🙂
      E obrigada pelo reforço da indicação, vou comprar o livro amanhã!

  • um orgulho me preenche ao ver tanta sabedoria e sutileza com as palavras.

    acompanhar sua trajetória de autoconhecimento e de masterização da sua arte é o maior presente que eu tenho.

    obrigado por estar sempre aberta para o novo, para a inovação… por aprender a desapegar de tudo e focar apenas na evolução máxima every fucking day. o mundo precisa de pessoas com esse formato de mindset.

    esse seu post só confirma uma das minhas maiores apostas:
    – você vai mudar o mundo.

    talvez as pessoas não vejam ainda… mas eu já vi. E quando eu vejo, não da mais pra desver.

    então meu conselho pra quem estiver lendo esse post é:
    – watch out nessa mulher.

    independente do futuro…. meus olhos vão sempre estar em você. E não por um desejo superficial ilusório e sim por querer aprender com você e te guiar sempre que possível nessa jornada.

    i will be always here.

    e o meu ‘eu te amo’ se resume em:

    #ifuckingcare.

    bora que é apenas o começo 🙂

    • Marina Teixeira

      “E não por um desejo superficial ilusório e sim por querer aprender com você e te guiar sempre que possível nessa jornada.”

      #wefuckingcare.
      <3

  • José Júlio Martins Tôrres

    Parabéns, Marina, pela bela lição de Amor.

  • Rafael Salomão

    Animal o texto Marina!! Showww!

  • Ugo Valerio B. Brachini

    Que texto legal e sensato sobre sentimento, amor e posse Marina. Lembra-me muito aquele paradoxo do presente de aniversário, onde a gente que dar algo porque, na verdade, nós gostamos ou achamos bonito, mas nem sempre é algo que a pessoa quer ou até goste… então quem atender ? nossa mente mimada ou a pessoa do outro lado .. aquela que realmente importa. Tá, não foi uma boa comparação rsrs .. Gratidão pela reflexão concisa, clara e franca.

  • Aparecida Ferreira Martins

    Que texto espetacular, Marina. Cheguei no seu blog através de um post que uma amiga compartilhou, o 7 motivos para acordar as 5 da manhã. Até então eu já conhecia o Goffi, mas não você, e estava num processo de coaching, essa triangulação entre as ideias do Goffi, as suas e o aprendizado para a vida que o coaching me deu foi uma mudança extrema na minha forma de enxergar as coisas e, principalmente, na visão que tenho de mim mesma!! Obrigada por compartilhar tanta coisa foda com a gente!!! E todo amor que houver nessa vida a vocês, enquanto lhes faça bem! <3

  • Claudia Petini

    Duro, mas lindo e so possivel quando desapegamos do ter.

  • Lucia Amato Muner

    Marina, você foi incrível neste depoimento. O Gabriel e você tem a idade das minhas filhas.
    Sou apaixonada por vocês, pela profundidade e a seriedade que encaram a vida. Mas uma seriedade não pesada e sim com muita responsabilidade e intensidade pelo amor a vida. Passei esse depoimento para as minhas duas filhas que estão, ambas, em relacionamentos muito bonitos.
    Amei a viagem de vocês a Grecia. Pensei o tanto de desprendimento e maturidade que você teve que alcançar para dividir, a viagem que “você fez com o Gabriel”, com milhares de pessoas. Pois vou te dizer que os Snaps foram incríveis e realmente eu fiz a viagem com vocês.
    Você é lindíssima na sua integridade e determinação. O Gabriel é uma figura, gracinha. Espero que continuem nessa viagem por muito tempo, pois a quimica de vocês é uma bomba atômica (no bom sentido) de vida e exemplo.
    Eu escrevi no Snap perguntando se vocês tocavam piano, se precisarem de professora…estou às ordens.
    Beijos e muita luz!!!

  • Stephanie de Oliveira

    Encantada com o que compartilhaste, Marina. Aliás, muito prazer – este é o segundo texto que leio teu (o título me chamou muita atenção e até me preparei aqui pra ler, antes de dormir). Não sei direito como colocar minha admiração no momento. Obrigada por contar da leveza e imensidão do Amor compartilhado entre vocês. Na verdade, interpreto que não é só entre vocês dois, pois tenho pensado muito na ponta do iceberg e sua grande bagagem escondida por baixo da água: se respeito, carinho e liberdade (para com o outro e para consigo mesmo) são tão presentes na vida de vocês, com certeza há muito mais luz permeando as pessoas que são, seus pensamentos e escolhas, e isso deve refletir na lente pela qual veem o mundo, as coisas e todos os seres. Já sinto muito carinho pelos dois, e desejo a vocês crescimento, experiências e muitos momentos catárticos que os façam afirmar que isso tudo realmente se trata de “respiro, força e liberdade”. 🙂 Obrigada pelo texto, querida!

  • Fabiana Alves

    Só posso te dizer obrigada pelo texto.

  • Maria Clara

    Uma vez aprendi uma coisa interessante sobre o amor que faz muito sentido com o que vc escreveu: O amor que a gente sente não está no outro e sim em nós mesmos. Lindo texto! Lindo casal! Muita liberdade e amor para vocês!

  • Lygia Vallo

    Vou pegar o texto emprestado para tentar explicar o que acontece entre eu e meu noivo! Tenho uma longa trajetória de relacionamento… são 9 anos juntos como casal e 20 de convívio! E durante muito tempo desses 9 anos meus amigos e familiares me cobravam um relacionamento mais “dentro da caixa”! Foram tantas cobranças que acabei, e ás vezes acabo me perguntado e procurando se há algo de errado! Mas quando estou com ele reforço a certeza que não há nada de errado conosco, nem com esse “nosso jeito de amar” (meus amigos sempre me dizem que esse nosso jeito de amar é estranho”).

    Conheço meu noivo desde os nove anos e desde então são 20 anos de encantamento desde o primeiro momento que meus olhos encontraram com os deles… Depois as minhas ideias, os meus princípios e os meus sonhos foram se reencontrando a cada fala, a cada gesto e a cada risada dele…

    Me reconheci e reconheci meu relacionamento em seu texto! É bom saber que há outras pessoas que também amam “desse nosso jeito”. Obrigada pela força que me deu para continuar amando desse jeito que me permite ser livre, que me permite ser única, que me permite somar e que me permite ser a melhor versão de mim!

  • Aline Barretto

    Eu fico encantada a cada post seu que leio!
    Palmas, muitas palmas!
    Lindo, amor é isso!
    Bjs

  • Mariana skeff

    obrigada por abrir a casa do seu relacionamento e nos chamar para tomar um chá enquanto vc nos mostra um outro formato de relacionamento daquele que aprendemos nos contos de fadas, filmes e novelas.
    foi como se vc abrisse as portas e janelas para eu poder sair da minha solidão e começar a dançar sonhando com algo mais real e verdadeiro.
    “o amor não é coleira, não é rótulo, não é regra. pra mim, ele é respiro, força e liberdade”
    é com essa leveza q caminho para reflexão e auto-conhecimento para a minha liberdade junto c o o aprendizado do texto q vc escolheu do fernando pessoa.
    para viver a dois, antes, é
    necessário ser um.”
    – fernando pessoa

    pq agora eu sei q estou no caminho certo.

    já estou seguindo o conselho do goffi e estou te “watching out”
    vi, como ele, o poder nas suas palavras de mudar nosso mundo
    sua arte e sua beleza tocam a alma.
    a cada texto q leio me sinto convidada p mais uma tarde de papo gostoso, na sombra de uma árvore, ao por do sol, degustando um chá ou uma limonada, compartilhando pérolas.

    gratidão!

  • Flávia Busatto

    Gratidão Marina por proporcionar a experiência de me conectar com o seu aprendizado sobre a arte de se relacionar consigo mesma e com outra pessoa também. Nesse momento da minha vida sua reflexão é verdadeira inspiração para superar crenças sobre o amor das quais sempre fui ensinada, padrões principalmente atrelados pela escolha do tudo ou nada, onde o amor supera a sua arte ou vice-versa e o pior que por muito tempo acreditei nesse estereótipo de que uma mulher que se dedica a sua arte deve abdicar do amor para alcançar o sucesso, entendo agora que há espaço para ambos caminharem juntos. Obrigada também pela indicação literária, coloquei no topo da minha lista, muito ainda a aprender sobre o amor.